domingo, 26 de outubro de 2008

Chevrolet GPiX - Conceito

Neste sábado a Chevrolet apresentou o conceito GPiX. Ele trás as novas linhas de design que estarão presentes no novo Corsa e Astra. Até 2012, segundo executivos da Chevrolet, teremos a chegada de 20 novos modelos de carro, uma renovação completa da linha de veículos.

O GPiX chegará com motor 1.4 Flex.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Novo Ford Focus ! 2009



























Ficha técnica:


Desempenho 0 a 100 em 10,4 s

Vel. Máxima 200 km/h

Dados Técnicos

Motor

Combustível Gasolina , Tipo Em linha com 16 Válvulas e 1999 CM³, redendo 145cv de força a 6000 rpm, 18,8 Kgfm de torque em 4500 rpm

Com Posição Transversal, Câmbio de 5 marchas e Tração dianteira.

Dimensões e capacidades:
Comprimento
4351 mm
Largura
1840 mm
Altura
1497 mm
Entreeixos
2640 mm
Peso em ordem de marcha
1346 kg
Volume do porta-malas
328 litros
Tanque
55 litros

Como nasce uma Ferrari

A Ferrari chega em Interlagos !

Ferrari em Interlagos para o GP do Brasil




Schumacher se rende a Hamilton: 'Seu crescimento é impressionante'
Fittipaldi: "Massa está psicologicamente mais forte do que Hamilton"

Exposição sobre a Formula 1 em São Paulo































Hamann divulga vídeo do SLR Volcano

A preparadora alemã Hamann divulgou nesta terça-feira (21) um vídeo que dá uma prévia de seu mais novo lançamento – o Mercedes SLR McLaren Volcano. Com ele, é possível notar os detalhes do exterior e do interior que o modelo apresentará. Detalhes técnicos, no entanto, ainda não foram revelados.

Pelo vídeo, é possível notar que o esportivo virá com spoilers na dianteira e atrás, novas saias laterais e asa traseira. A expectativa é que, além destas mudanças, o modelo apresente importantes modificações no desempenho.

Fonte.: Max Tuning Terra (http://maxi.terra.com.br/index.asp?codc=327#)

Chevrolet Captiva 3.6 V6 Sport 261cv





Fonte.: Sobre Rodas

Captiva 3.6 V6 da Chevrolet ! Teste e Videos!




GM anuncia demissões e corta pagamento de plano de pensão


Das agências


A General Motors anunciou nesta quinta-feira (23) que recorrerá às demissões, sem fornecer números, para enfrentar as dificuldades financeiras, uma vez que seu programa de aposentadoria voluntária não foi suficiente, segundo uma carta enviada aos funcionários. Citando um mercado automotivo "degradado" e "perspectivas muito preocupantes" para a economia mundial, a direção da GM "está tomando medidas em nível mundial para responder a nossa crescente necessidade de conservar nossa liquidez", afirma a carta, divulgada no site do Wall Street Journal.


A General Motors recorrerá assim a demissões "a partir do fim de 2008 e início de 2009", segundo a direção, que espera da mesma forma realizar "mudanças adicionais" nos salários de seus empregados, em especial suspendendo o plano de poupança salarial. A empresa acumulou mais de US$ 66 bilhões em perdas desde 2005.


A GM também vai suspender pagamentos a planos de pensão de funcionários, conhecidos como 401K, a partir de 1º de novembro. O porta-voz da companhia, Tom Wilkinson, disse que a companhia pode retomar os pagamentos do programa 401K se as condições de seus negócios melhorarem.


A maior montadora dos Estados Unidos informou em julho que levantaria US$ 15 bilhões em liquidez ao longo de 2009 por meio de uma série de medidas, que incluem uma redução de 15% no número de funcionários assalariados na América do Norte.


As vendas da GM nos Estados Unidos em setembro caíram 18% em relação ao mesmo período do ano passado, afetadas por aperto no crédito, fraqueza da economia e crise do mercado imobiliário. A capacidade de a empresa lidar com a crise econômica tem sido cada vez mais questionada.


domingo, 19 de outubro de 2008

Simulador F-1: quem será o campeão?

Internauta pode dar seus palpites para a última corrida do ano e conferir quem vai levar o título de pilotos e de construtores

Edge ... o mais luxuoso do Brasil

Edge passa a ser o mais luxuoso Ford no Brasil





YAMAHA XVS 950 Midnight Star

Da Infomoto
Uma das grandes atrações da Yamaha na Intermot, o Salão de Motos em Colônia (Alemanha) que aconteceu na última semana, a XVS 950 Midnight Star tem a missão de renovar a linha de motos custom abaixo de 1000 cilindradas. No modelo, os engenheiros da marca dos três diapasões tiveram a preocupação de criar linhas suaves e clássicas, para não destoar do bom e velho estilo custom. A nova estrela da constelação da Yamaha já estará disponível a partir de novembro ao mercado europeu.

Piscas com capa transparente, rodas de liga-leve em tons prata e preto e cromados em várias partes da moto compõem o visual da nova Midnight Star. Outro detalhe importante é a transmissão final feita por correia dentada, o que significa mais conforto e tranqüilidade para o piloto por exigir mínima manutenção em comparação ao sistema por corrente.



Seguindo a tradição custom, a Yamaha adotou um propulsor de dois cilindros em "V" a 60 graus, porém com pistões forjados -- tecnologia já utilizada em modelos mais esportivos da marca. Com 942 cilindradas, o motor da XVS 950 conta com alimentação por injeção eletrônica e arrefecimento a ar. O propulsor gera 54 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 7,84 kgfm, já aos 3.000 giros. Para comparar a força desse motor Yamaha, a Suzuki Boulevard M800 gera 7,03 kgfm de torque a 4.000 rpm, quase um quilo de torque a menos e em uma faixa de giros superior. Vale lembrar que motos custom não são desejadas por seus números absolutos de potência e cilindrada, como nas esportivas, mas por seu estilo "easy rider" e conforto.

A nova Yamaha tem quadro de berço duplo, que conseguiu um bom equilíbrio entre agilidade e facilidade para manobras. Para os pilotos de baixa estatura o assento da Midnight Star está a apenas 675 milímetros do chão. No conjunto de suspensões a receita é simples: garfo telescópico na dianteira (135 mm de curso) e monoamortecimento na traseira (110 mm de curso). Na saída de escape, uma única ponteira cromada sai pela lateral direita da moto, que conta com catalisador para se ajustar às normas de emissão de poluentes Euro 3.


Fonte.: http://carros.uol.com.br/ultnot/2008/10/15/ult5498u137.jhtm

Kawasaki Motores do Brasil chegou com tudo!

Da Infomoto

A Kawasaki Motores do Brasil chegou ao Brasil acelerando firme e forte. No dia 15, inaugurou sua primeira concessionária autorizada, na cidade de São Paulo. A notícia trouxe muita alegria aos fãs e proprietários, que estavam se sentindo órfãos. "É um prazer poder representar uma marca como a Kawasaki no Brasil e fazer parte deste ambicioso projeto", declarou Eduardo Costa Neto, um dos proprietários da revenda.

A segunda concessionária da marca nipônica também será montada em São Paulo. A inauguração acontecerá em breve e terá como proprietário o bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, que começou sua carreira esportiva aos 14 anos, pilotando motos. Até 2015, a marca pretende formar a rede de assistência técnica com 30 concessionárias espalhadas nas principais cidades brasileiras.
Cinco dias antes, a Kawasaki Motores do Brasil oficializou sua chegada ao mercado brasileiro. Anunciou seus objetivos: importação, fabricação e comercialização não apenas de motocicletas, mas também de quadriciclos e jet-skis. O projeto inclui a construção de uma fábrica no Pólo Industrial de Manaus (PIM). Com investimento inicial de US$ 40 milhões na unidade fabril, a produção deverá se iniciar em 2009. Além da fábrica em Manaus (AM), a empresa conta com uma base operacional em São Paulo (SP).
"Para nós é uma honra trazer ao Brasil uma marca tão respeitada internacionalmente. Temos muitos desafios pela frente, já que a operação é complexa, porém o motociclista brasileiro sentirá orgulho de pilotar uma Kawasaki", afirmou Hiroshi Ito, presidente da marca no país.
Um dos motivos que afugenta os possíveis compradores de Kawasaki é o mercado de reposição de peças. A dificuldade em encontrar os componentes é um dos fatores determinantes para que os consumidores migrassem para outras marcas instaladas no país. Gradativamente, a Kawasaki pretende mudar esse quadro. "Vamos atender a demanda conforme os pedidos", afirmou Katsuioshi Nagano, gerente de peças da Kawasaki Motores do Brasil. O gerente também afirmou que a cada lote de motos que desembarcar chegará também um lote de peças de reposição.
(por Bruno Parisi)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Renault Sandero Privilège 1.6 16V - QUATRORODAS

Um carro nasce na escolha de tamanho e posição de rodas e pára-brisa. Isso praticamente decide o espaço interno, as dimensões da carroceria e a proposta do modelo. Pois o Renault Sandero tem argumentos técnicos para dizer que é muito mais que um Logan de traseira encolhida: seu pára-brisa é mais inclinado e o entreeixos, 4 centímetros menor. O retrovisor esquerdo do Sandero é o direito montado ao contrário, como no sedã, mas o resto - vidros, lanternas, faróis, lataria e pára-choques - é diferente. O discurso também. Enquanto o Logan é carro para casados, o Sandero quer seduzir quem aparecer na rua. Para entender a diferença, o departamento de marketing da Renault criou dois personagens com nome e fotografia. O Logan é feito para o João Henrique, um homem de 45 anos sem nível universitário. Tem três filhos (de 3, 4 e 12 anos) e sua esposa é dona-de-casa. No fim de semana, pega filme na locadora. Só na concessionária ele encontraria o Paulo Freitas, um rapaz de 33 anos que assiste a filmes no cinema e também vai ao teatro. Vai com a namorada - que é quase noiva, algo que ele tenta evitar. Enquanto o João pode ser de qualquer lugar, o Paulo mora necessariamente em Moema, bairro jovem e emergente de São Paulo. Comprou o apartamento com o dinheiro que ganha na empresa, uma multinacional. "Passamos os últimos meses jantando em Moema para entender esse cliente", diz Bruno Hohmann, gerente de marketing da Renault.
O Sandero aposenta o Clio 1.6. É menor que o Logan e tem as mesmas versões (1.0 16V, 1.6 8V e essa 1.6 16V), mas vai ficar ligeiramente acima na tabela de preços (o sedã vai de 28 590 a 40990 reais). Achou caro? O quilo de cebola custa 1,50 real no supermercado, mas as pessoas pagam 20,50 reais pelo Blooming Onion prato feito de uma cebola comum devidamente empanada, aberta em forma de flor e acompanhada de molho picante. Só indo jantar no Outback de Moema, em São Paulo, para entender.

O Sandero é um Logan com molho picante. A carroceria ganhou dobras e vincos com a única de função de desenhar a carroceria com reflexos conforme bate a luz. Dobras perto da grade alongam o desenho dos faróis. Outras duas em V, perto do pára-brisa, sugerem um ressalto de capô e, nas laterais, temos uma versão de baixo custo do estilo BMW. É parte da brincadeira nem todas as formas aparecerem ao mesmo tempo, por isso convido o leitor a ver o carro de perto. Ao vivo, ele fica mais agressivo e imponente. Não achei lindo, mas muita gente se rendeu a ele. E que desperta curiosidade, não tenha dúvida.

Além de ser um jeito de aumentar a margem de lucro, a pimenta é importante na receita do sucesso do Sandero. "Mostramos à matriz que o Brasil é diferente de China, Romênia ou África do Sul. Aqui, beleza é fundamental", afirma Cássio Pagliarini, diretor de marketing. No começo do projeto, em 2002, uma leva de franceses da matriz veio ao nosso Salão do Automóvel entender o mercado. "As novidades eram Fiesta, Corsa e Fox, carros simples mas com desenho sofisticado", diz Hohmann. Por causa do estilo, o Sandero tem entreeixos de 2,59 metros, 4 centímetros mais curto que o do Logan, diferente dos outros carros derivados da plataforma do Clio europeu. "Perdemos ganho de escala, mas ficou mais bonito", diz Pagliarini.


O Sandero foi desenvolvido na França e será vendido na Europa, mas teve a América do Sul como prioridade. Isso explica a escolha do nome Sandero, palavra que parece espanhol mas, na verdade, não tem significado (diferente de sendero, que significa trilha). Como sul-americanos, nós da redação agradecemos a deferência. Mas achamos o nome Sandero feio. Proponho uma troca: vocês mantêm a tradição francesa no batismo (sempre gostamos de Clio, Scénic e Mégane) e a eliminam para sempre no jeito de guardar o estepe. Ao contrário dos franceses, brasileiro odeia a bandeja por baixo do carro. Tirar a roda por ali é demorado (um perigo, em estradas ermas) e estraga o carro (porque a ferramenta bate na lataria quando você gira o parafuso para baixar ou subir a bandeja). O estepe estará certamente imundo, provavelmente vazio (pois é difícil calibrar) e talvez não esteja (porque alguém roubou). E está para nascer o suporte que não faça barulho. Por que não seguiram o exemplo do Logan, nome francês e estepe dentro do porta-malas?


Em motores, freios, parte elétrica, refrigeração (e garantia de três anos), a mecânica do Sandero é igual à do sedã. A suspensão traseira mudou para não mudar, com molas recalibradas para repetir o comportamento do Logan, 23 centímetros mais longo e 55 quilos mais pesado. Tão parecido que o hatch nem rodou tanto em testes de durabilidade. "Não foram centenas de quilômetros, como é de costume", diz Pagliarini. "Apenas o suficiente para testar vedação de carroceria e confirmar os resultados encontrados nos testes de simulação virtual." A mecânica é a mesma, mas o entreeixos menor é suficiente para dar alguma agressividade ao Sandero. Você mexe o volante e ele responde mais rapidamente. Coisa pouca. A sensação de estar num Logan com molho virá, mesmo, na decoração do interior.


O painel do Sandero tem um aplique de plástico cinza-claro que forma um largo sorriso. Mais arredondado que no Logan, o aplique prateado no console central avança sobre as saídas de ventilação. Um olhar atento mostra que a prancha do painel é nova - lisa na parte de cima, onde o sedã tem um degrau. A cobertura dos instrumentos também perdeu os vincos. Os relógios são brancos, com aros cromados, e o painel de porta dianteiro ganhou um puxador em forma de travessa (na porta de trás e na versão mais barata do Sandero, continua aquele buraco desconfortável de encaixar os dedos, usado no sedã). As mudanças não tiram a sensação de estar num Logan. Mas trazem sabor, e isso faz diferença.


E o Sandero lembra o Logan no que ele tem de melhor: espaço interno. As fotos de divulgação com fundo neutro, sem nenhuma referência em volta, fazem o Sandero parecer um carro pequeno, como o Celta. A proporção entre as formas é mais ou menos essa, mas o Sandero é como um Celta gigante, com comprimento de Peugeot 206 SW, altura de Fox, entreeixos de Stilo e largura de Golf. Você precisa ver ao lado de outros carros - de preferência, de seus concorrentes diretos.