domingo, 26 de abril de 2009

Corrida de Rubinho é prejudicada com 3 paradas




Jenson Button foi o vencedor do GP do Bahrein neste domingo, mas seu companheiro, Rubens Barrichello, terminou na quinta colocação. Com três paradas nos boxes, a corrida do brasileiro foi prejudicada por uma estratégia adotada pela Brawn GP.

Apesar da quinta colocação, Rubens Barrichello ainda é o segundo na classificação da temporada. O brasileiro possui 19 pontos contra 31 do companheiro de equipe Jenson Button.

Após a largada, Rubens Barrichello perdeu tempo atrás de Sebastian Vettel, da Red Bull, piloto com mais combustível entre os principais candidatos à vitória. Na volta dos boxes pela primeira vez, o brasileiro ainda demorou para se livrar do compatriota Nelsinho Piquet. Para piorar o cenário, precisou realizar três paradas.

Depois da primeira parada geral, Barrichello era o quinto colocado, com possibilidades razoáveis de ultrapassagem a Jarno Trulli, segundo colocado, e Lewis Hamilton. Com a antecipação de mais uma volta aos boxes, Rubens retornou com mais gasolina e ainda com o pneu macio. Quando voltou para a pista, era o oitavo.

Quando os pilotos da frente realizaram a segunda parada, Barrichello chegou a ficar na quarta colocação. Mas como é obrigatório utilizar os dois tipos de pneus, precisou retornar aos boxes. Então, com mais um pouco de gasolina e pneu duro, voltou na quinta colocação, mas já a 17seg de diferença para o inglês Hamilton, quarto.

Fonte: www.terra.com.br

Jenson Button vence a terceira em 2009



Mesmo com a ameaça de reação das outras equipes, Jenson Button chegou à sua terceira vitória em quatro provas e reafirmou o domínio da Brawn GP na temporada 2009. Após apostar em uma tática inteligente da equipe, o inglês assumiu a liderança do GP do Bahrein na primeira janela de pit stops e teve pista livre para abrir uma confortável vantagem. Sebastian Vettel, da RBR, lucrou com a aposta em um primeiro trecho mais longo e assegurou a segunda posição. Jarno Trulli, da Toyota, pole position da corrida, completou o pódio, em terceiro.

Lewis Hamilton fez uma corrida conservadora e garantiu a quarta posição, à frente de Rubens Barrichello, da Brawn GP. A equipe apostou em uma tática de três paradas para o brasileiro, que ganhou uma posição em relação à sua largada. No entanto, com a vitória de Button, ele viu sua desvantagem em relação ao companheiro de equipe aumentar de seis para 12 pontos.

Kimi Raikkonen marcou os primeiros pontos da Ferrari com o sexto lugar, mas não impediu o pior início de temporada da história da equipe. O time vermelho precisava, pelo menos, de uma quarta posição, mas o problema com Felipe Massa na largada estragou a estratégia da equipe. O brasileiro foi apenas o 14º na corrida, uma volta atrás.

Timo Glock, que largou na segunda posição, caiu bastante ao longo da prova e chegou a ficar fora da zona de pontuação durante um bom tempo. O alemão da Toyota conseguiu se recuperar no fim, terminando em sétimo, uma posição à frente do bicampeão Fernando Alonso, que marcou um ponto para a Renault com o oitavo lugar. Nelsinho Piquet, seu companheiro de equipe, fez uma corrida correta, sem erros, e finalizou na décima posição.

Após sua terceira vitória em 2009, Jenson Button chegou aos 31 pontos, 12 à frente do companheiro Rubens Barrichello. O brasileiro perdeu terreno em relação à Sebastian Vettel, da RBR, que tem apenas um a menos que ele: 19 a 18. Jarno Trulli tem 14,5 e Timo Glock, ambos da Toyota, 12. A próxima corrida será o GP da Espanha, em Barcelona, no dia 10 de maio.

Na largada, Jarno Trulli, mais pesado, perdeu a liderança para Timo Glock. Mais atrás, Lewis Hamilton usou o Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers) da McLaren para superar Sebastian Vettel e Jenson Button antes da primeira curva. O líder do campeonato também superou o alemão da RBR. Mais atrás, Felipe Massa era espremido por Kimi Raikkonen e Rubens Barrichello. O brasileiro da Ferrari perdeu um pedaço da asa dianteira, o que forçou um pit stop prematuro e o fim de suas chances na corrida.

Na volta seguinte, Button pressionou Hamilton na reta dos boxes e fez uma brilhante ultrapassagem ao frear mais tarde na primeira curva. O inglês da Brawn, entçao, teve pista livre para reduzir a vantagem das Toyotas de Trulli e Glock. Mais pesado que os rivais, Vettel ficou preso atrás de Hamilton até a primeira rodada de pit stops.

Glock liderou a corrida com facilidade no início, mas seu pit stop, na 11ª volta, o fez voltar no meio do tráfego. O alemão também teve muitas dificuldades com os pneus médios, o que tirou suas chances de vitória. Trulli tinha duas voltas de combustível a mais que o companheiro e perdeu tempo em uma disputa com Fernando Alonso após a parada. Isto tudo ajudou Jenson Button, que voltou à frente após seu pit, na 15ª passagem.

Vettel parou na volta 19, mas sua vantagem foi suficiente apenas para superar Lewis Hamilton. O alemão da RBR voltou atrás de Jarno Trulli, que perdia cerca de um segundo por volta em relação a Button por causa dos pneus médios. Ele não conseguiu ultrapassar o italiano da Toyota, o que deixou o inglês da Brawn com uma distância confortável na liderança da prova.

Após o primeiro pit stop, Rubens Barrichello voltou atrás de Nelsinho Piquet, que estava mais lento e com estratégia diferente. Após uma disputa ferrenha, que incluiu várias reclamações, ele superou o compatriota da Renault. Duas voltas depois foi a vez de Timo Glock ser ultrapassado. O piloto da Brawn era o mais rápido, mas a equipe decidiu mudar a tática para três paradas, o que se revelou um erro.

Mais à frente, Vettel só conseguiria a ultrapassagem sobre Trulli após a segunda rodada de pit stops. No entanto, a vantagem de Button já estava em 12 segundos, o que tornava impossível qualquer tentativa do piloto da RBR. A terceira parada de Barrichello quase colocou o brasileiro em sétimo, mas ele conseguiu manter o quinto lugar após dividir a primeira curva com Kimi Raikkonen. Com isso, Hamilton ficou tranquilo em quarto, sem ser ameaçado.

Nas últimas voltas, Jenson Button apenas administrou a liderança e ainda chegou sete segundos à frente de Vettel. Na briga pela oitava posição, Fernando Alonso conseguiu superar Nico Rosberg no fim e marcou um ponto para a Renault.

Fonte: WWW.GLOBO.COM

terça-feira, 21 de abril de 2009

Etiqueta de consumo do Inmetro

A etiqueta de consumo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), encontrada em geladeiras e outros eletrodomésticos, também será aplicada aos automóveis novos. O programa do Inmetro, em parceria com a Petrobras, e anunciado no passado, foi oficializado nesta sexta-feira (17), em cerimônia na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Lá os primeiros carros que participaram dos testes de consumo do instituto foram etiquetados - mas, por enquanto, o selo é apenas simbólico.

A simbologia se explica: cabe às montadoras decidirem se querem ou não aplicar a etiqueta aos veículos. Pelo menos três das cinco fabricantes que aderiram ao projeto (Fiat, General Motors, Honda, Kia e Volkswagen) optaram em não aplicar o selo aos carros saídos de fábrica, pelo menos neste ano. Isso quer dizer que será pouco provável encontrar as etiquetas nos carros nos próximos meses. Porém, com ou sem etiqueta, que é aplicada no vidro traseiro esquerdo e não pode ser retirada antes da comercialização do veículo, o consumidor tem o direito de exigir os dados de consumo na rede de concessionárias.

A participação das fabricantes no programa é voluntária. Assim que uma montadora adere ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular), essa empresa deve submeter 50% do volume de sua frota a testes de consumo em laboratório (sejam eles das próprias montadoras ou em outros indicados pelo Inmetro), conforme norma ABNT NBR 7024. Esse percentual será obrigatório a partir de 2010, já que, por enquanto, o programa está na primeira fase, considerada experimental.

Depois de passarem pelos testes - que simulam situações muito próximas às condições reais de uso do veículo, com ciclos de condução e combustíveis padronizados -, os veículos são classificados de 'A' (menor consumo energético) a 'E' (maior consumo), de acordo com os concorrentes de sua categoria. São quatro categorias (sub-compacto, compacto, médio e grande), estabelecidas com base na área que o veículo ocupa.

Todos os anos, as montadoras devem renovar sua participação no programa. Portanto, o veículo hoje classificado como 'A, pode cair para 'B', 'C', 'D' ou 'E', no próximo ano, assim que novos concorrentes aderirem ao selo. Como o programa está em fase inicial e há poucos participantes, esta probabilidade é muito maior agora. É por isso que pelo menos as três grandes montadoras, Fiat, GM e Volkswagen, ainda estão cautelosas quanto à aplicação da etiqueta nos veículos saídos de fábrica.

Na categoria sub-compacto, o PBE Veicular teve participação, até agora, de três marcas (Chevrolet, Fiat e Kia Motors), que submeteram 10 modelos aos testes de consumo. São eles: o Chevrolet Celta 1.0 l e 1.4 l (versões de duas e quatro portas), o Fiat Mille Way 1.0 l, o Palio ELX 1.4 l e 1.8 l (duas e quatro portas) e o Kia Picanto 1.0 litros (câmbio manual e automático). Da disputa entre esses 10 modelos, saiu a classificação de 'A' a 'E', que coloca Mille e Picanto como os mais econômicos. O compacto da Fiat registrou, com álcool, 10,8 km/l em ciclo urbano e 13,2 km/l na estrada, já com gasolina 15,7 km/l e 19,2 km/l, respectivamente. No caso do Picanto, que só roda com gasolina, as melhores médias foram de 16,2 km/l na cidade e 21 km/l em trechos rodoviários.

Já na categoria dos compactos, que contou com a participação de 14 modelos das marcas Chevrolet, Fiat, Honda e Volkswagen, o título 'A' foi para Honda Fit 1.4 (câmbio manual), VW Gol e VW Polo Bluemotion. Com álcool e ciclo urbano, o Fit fez 9,8 km/l, enquanto os modelos da Volks empataram em 9,5 km/l. Confira a lista no completa no link: Tabela inmetro.

Participar do PBE Veicular é opção da montadora. "Não há previsão que o programa se torne obrigatório. O mercado tornará a etiqueta obrigatória", explicou João Jornada, presidente do Inmetro, referindo-se ao interesse dos consumidores pelo selo, que deve ser cada vez maior. "As outras montadoras sentirão a necessidade de aderir ao programa. O consumidor vai exigir esse direito", disse o executivo.

É importante destacar que os dados da etiqueta são apenas um parâmetro para o consumidor, afinal cada motorista tem seu modo de dirigir, o que influencia totalmente no consumo de combustível do veículo. Carros sem a manutenção correta, como exemplo a calibragem irregular dos pneus, também são fortes candidatos a consumirem mais. Portanto, antes que a moda do selo pegue, guarde o alerta: pense muito bem antes de recorrer ao órgão de defesa do consumidor.

Fonte: http://carsale.uol.com.br/

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ferrari ainda não desistiu deste ano


A Ferrari não está se dando bem com a Fórmula 1 atual. Prova disso é que, após três provas na temporada 2009, ainda não conseguiu marcar sequer 1 ponto, dividindo a amargura apenas com a Force India. Apesar disso, o time ainda continuará focado no campeonato atual, ao menos até o retorno da categoria à Europa, na quinta etapa.

“Antes de começar a pensar já no próximo ano, teremos de ver onde estaremos após o GP da Espanha. Nesse período, saberemos o que podemos tirar da situação. Conseguir desenvolver um difusor de duplo andar não irá resolver nossa vida. A situação é bem mais complicada do que isso. É claro que é algo que ajudará, mas não será o único ponto chave. Neste momento, temos de esperar e continuar tranqüilos, porque as coisas podem mudar rapidamente. Nossa prioridade, agora, é sair do zero”, disse o chefe da Scuderia, Stefano Domenicali.

Felipe Massa fazia uma ótima prova de recuperação no GP da China, em Xangai, quando seu carro sofreu com problemas elétricos e literalmente parou no meio da reta, deixando o brasileiro na mão. Kimi Räikkönen, por sua vez, não passou da 12ª colocação.

Fonte: www.terra.com.br

Fiat Mille, primeiro carro com selo de consumo

O Fiat Mille Way Economy 1.0 Flex foi o primeiro modelo produzido no Brasil a receber a “Etiqueta Nacional de Conservação de Energia”. O modelo obteve o melhor resultado no desempenho de consumo de combustível em sua categoria, tendo recebido a gradução “A” de uma escala que vai até “E”. A adesivação do veículo aconteceu nessa quinta-feira (16) na sede da Fiesp, em São Paulo.

O selo faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular), coordenado pelo Inmetro, com parceria da Petrobras. Além da Fiat, aderiram também à medida General Motors, Honda, Kia e Volkswagen.“A iniciativa mostra que o Brasil está na vanguarda, junto com outros que se comprometem com a questão ambiental.O programa de etiquetagem é um fator de competitividade na indústria nacional e influenciará na eficiência dos veículos brasileiros, já que as normas adotadas aqui são alinhadas às existentes no exterior”, afirmou João Jornada, presidente do Inmetro, na cerimônia.

Nessa fase inicial do projeto, 31 modelos de cinco categorias (subcompacto, compacto, médio, grande e carga) terão suas informações de consumo e eficiência energética disponíveis para a sociedade. Desses, 24 modelos de duas categorias – compacto e subcompacto – poderão sair das fábricas etiquetados.

A renovação dos valores de consumo ocorrerá todo ano. Essas informações poderão ser consultadas na etiqueta, afixada opcionalmente pelas fabricantes nos vidros dos carros a partir dessa sexta-feira (17). Os dados também estarão disponíveis na tabela publicada no website do Inmetro.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

V-Rod Muscle na Playboy !



Uma V-Rod Muscle com motor V-Twin de 1250 cm³ — capaz de gerar 122 cv de potência —, serve de “cenário” para a beldade Marisa Miller mostrar toda a sua saúde. Recentemente, recebemos outra notícia unindo mulheres e motocicletas.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ecclestone não descarta exclusão da McLaren


Bernie Ecclestone acredita haver a possibilidade de a McLaren ser excluída das corridas. A equipe foi intimada a depor em reunião extraordinária do Conselho Mundial, porque não disse a verdade aos comissários da entidade.

A McLaren precisará dizer por que não contou que havia pedido a Lewis Hamilton que abrisse passagem a Jarno Trulli durante período de safety car na Austrália.

domingo, 5 de abril de 2009

Com muita chuva o GP da Malásia acaba na 32ª volta, mas com vitoria da Brawn GP




O Grande Prêmio da Malásia, neste domingo, terminou com apenas 32 voltas. Com pouco mais de 1 hora de prova, um temporal caiu por todo o circuito de Sepang. O "safety car" foi à pista, mas a chuva era tão forte que acabou interrompendo a corrida. Os comissários esperaram pouco menos de uma hora antes de declarar a prova terminada, já que a chuva não cedia e a luz natural acabava - a corrida começou no fim da tarde na Malásia.

O inglês Jenson Button, da estreante Brawn, líder da prova no momento da interrupção, foi declarado o vencedor. Ele largou na pole, se recuperou de uma saída ruim, em que perdeu duas posições, mas voltou à ponta durante as várias paradas nos boxes. O alemão Nick Heidfeld, da BMW, foi o segundo. Timo Glock, que se beneficiou com as paradas e a chuva, foi o terceiro.

Como a prova não teve mais de dois terços completados, apenas a metade dos pontos foram computados no Mundial de pilotos (confira a classificação logo abaixo do texto). O fato não acontecia desde 1991. O brasileiro Rubens Barrichello, que saiu em oitavo lugar, terminou em quinto.

"É ruim começar uma corrida às cinco da tarde. Parar a corrida foi a coisa certa, pois a visibilidade não seria fácil, e não por causa da chuva. Mas foi uma grande corrida, com algumas chamadas confusas dos boxes e pit stops inesperados", afirmou Barrichello.

Felipe Massa foi o nono e Nelsinho Piquet, o 13º. Com sua segunda prova sem pontuar no campeonato, o piloto da Ferrari repete, assim, o início da temporada 2008.

Na 32ª volta, após algumas voltas com o safety car na pista, os carros pararam na reta de largada. A maioria dos pilotos saiu dos carros, que foram cobertos com lona. "A gente não conseguia ver nada no circuito. As condições estavam muito ruins. A equipe me falava para continuar pilotando e só o que eu podia fazer era tentar me manter na pista", contou o vencedor Button.

A prova poderia ser reiniciada e a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) chegou a iniciar o procedimento de relargada. A falta de luz, porém, impediu que a prova terminasse. "Não tinha como recomeçar", analisou Heidfeld, o segundo.

"Está escuro, foi uma medida inteligente não reiniciar a corrida. Não sei se dá para culpar o horário da corrida, porque as condições estavam ruins às 15h00 também. Acho que foi um daqueles dias", completou o australiano Mark Webber, da Red Bull, que ficou com o sexto lugar, presidente da Associação de Pilotos da F-1 (GPDA).

Na largada, o grande prejudicado foi Button. Em sua segunda corrida largando na pole position, ele não repetiu o desempenho da Austrália e, em Sepang, perdeu posições. O piloto da Brawn caiu para a terceira posição, ultrapassado por Nico Rosberg e Jarno Trulli.

Barrichello, ao contrário de seu companheiro de equipe, foi bem na largada. O brasileiro perdeu cinco posições no grid, ao trocar a caixa de câmbio antes do treino de classificação, e saiu em oitavo lugar. Logo na primeira volta, porém, já era o quinto colocado e rapidamente passou pelo espanhol Fernando Alonso, assumindo a quarta posição.

A chuva começou na 19ª volta, mas apenas depois da 21ª a pista ficou molhada. Como a maioria dos pilotos já tinha feito suas paradas, tiveram de voltar aos boxes para trocar pneus. Button, que tinha assumido a liderança na primeira parada, seguiu na frente, com Rosberg, Trulli e Barrichello logo atrás. Na 27ª volta, o brasileiro assumiu o segundo lugar, passando Trulli e depois Rosberg. Barrichello, porém, escapou e caiu novamente para o quarto lugar.

O grande beneficiado pelas paradas foi Timo Glock. O alemão colocou pneu intermediário, ideal para a pista com pouca água como estava, e saiu do pelotão intermediário para a liderança. Vendo o bom desempenho do piloto da Toyota, na 29ª volta todos já voltavam aos boxes, para imitar Glock.

Uma volta depois, porém, a chuva aumentou e todos os pilotos que tinham trocado os pneus para intermediário tiveram de voltar aos boxes para colocar pneus de chuva novamente. Com 24 voltas para o final, a chuva era tão forte que o safety car entrou na pista.

Mesmo em baixa velocidade, a maioria dos pilotos teve problemas. Lewis Hamilton, por exemplo, saiu da pista. "Estava aquaplanando em todo lugar". Outro que teve problemas foi o alemão Sebastian Vettel. Uma volta depois, a comissão interrompeu a prova.


Confira como ficou a classificação final do Mundial de Fórmula 1 após o GP da Malásia:

1. Jenson Button/ING (Brawn) - 15 pontos
2. Rubens Barrichello/BRA (Brawn) - 10
3. Jarno Trulli/ITA (Toyota) - 8,5
4. Timo Glock/ALE (Toyota) - 8
5. Nick Heidfeld/ALE (BMW) - 4
6. Fernando Alonso/ESP (Renault) - 4
7. Nico Rosberg/ALE (Williams) - 3,5
8. Sebastien Buemi/SUI (Toro Rosso) - 2
9. Mark Webber/AUS (Red Bull) - 1,5
10. Lewis Hamilton/ING (McLaren) - 1
11. Sebastien Bourdais/FRA (Toro Rosso) - 1


Fonte: UOL

sábado, 4 de abril de 2009

Button e a Brawn fazem a segunda pole seguida


Na Fórmula 1 das surpresas, Felipe Massa foi o grande destaque negativo deste sábado. Com um erro da Ferrari, o brasileiro larga apenas na 16ª posição, após ser eliminado, pela primeira vez, na primeira parte do treino. Foi sua pior posição desde 2007.

No pelotão da frente, os carros da Brawn GP seguiram andando bem. Jenson Button foi o mais rápido na "superpole", com 1min35s181, e larga na pole position. "É a primeira vez que faço duas poles seguidas", comemorou o inglês. O italiano Jarno Trulli, da Toyota, foi o segundo, com 1min35s273, em resultado que o surpreendeu.

Rubens Barrichello, que trocou a caixa de câmbio antes do treino, foi o quarto colocado, com 1min35s651. Ele perderia cinco posições no grid de largada, mas como o terceiro colocado, o alemão Sebastian Vettel (1min35s518), da Red Bull, também foi punido e perdeu dez posições, o brasileiro sai em 8º. Vettel será o 13º no grid.

"A gente sabia que ia perder posições, mas o tempo também não foi bom. Hoje, o carro saiu de frente com pneu novo. Fiquei meio vendido para a situação. Coloquei mais gasolina que o Jenson, mas teria de ter ficado à frente do Vettel. Mas amanhã tem um monte de chuva pra vir, vai ser loteria", afirmou Barrichello à Globo.

A decepção, porém, foi bem menor do que a de Massa. Depois de passar a temporada de 2008 sempre se classificando até a "superpole", ele parou pela primeira vez no Q1, a primeira parte do treino, que só classifica os 15 melhores. Ele admitiu erro na estratégia, ao considerar sua volta mais rápida, em 1min35s642, bastava para chegar à segunda parte do treino.

"A equipe achou que o tempo era realmente suficiente para estar entre os 15 primeiros. Acho que eu achava a mesma coisa, para ser honesto. Mas quando eu comecei a cair (na classificação), já era impossível ir para a pista e tentar dar mais uma volta", afirmou.

O erro do brasileiro quase se repetiu, também, em seu companheiro de equipe, Kimi Räikkönen. Os dois pilotos da Ferrari deram apenas quatro voltas na primeira meia hora da classificação. O Q1 classifica apenas os primeiros 15 colocados para o Q2.

O finlandês, que chegou a ser o mais rápido da sexta-feira em Sepang, fez apenas o 14º tempo do Q1, passando pelo corte por apenas uma posição.

Quem também parou no Q1 foi o brasileiro Nelsinho Piquet, da Renault, que larga apenas em 17º. Seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, sai em nono, logo atrás de Barrichello. Com isso, Piquet segue sem largar na frente do companheiro.

No Q2, a McLaren continuou sofrendo na nova Fórmula 1 e não passou para a última parte do treino, que define os dez primeiros colocados. Atual campeão, o inglês Lewis Hamilton fez só o 13º tempo, com 1min34s905, mas larga em 12º graças à punição de Sebastian Vettel, que perdeu dez posições. Seu companheiro, Heikki Kovalainen, larga em 14º, com 1min34s924.

Fonte: www.uol.com.br