quarta-feira, 29 de julho de 2009

Schumacher volta as pistas !


Fora da Fórmula 1 desde 2006, o alemão Michael Schumacher irá voltar às pistas no GP de Valência, em agosto. O heptacampeão será substituto do brasileiro Felipe Massa pela Ferrari, informa o escuderia italiana em nota oficial.

"A escuderia Ferrari tem a intenção de colocar Michael Schumacher no carro de Felipe Massa até o brasileiro estar apto para correr novamente. Michael Schumacher disse que está pronto e, pelos próximos dias, passará por um programa específico de treinamento", avisa a nota da escuderia.

Michael Schumacher deixou a Fórmula 1 depois do GP do Brasil de 2006, quando perdeu o título da temporada para o espanhol Fernando Alonso. Desde então, o heptacampeão exercer funções administrativas na Ferrari.

Além do alemão, outros nomes, como o espanhol Fernando Alonso e o ex-campeão Jacques Villeneuve, foram especulados. Os substitutos naturais seriam o espanhol Marc Gené e o italiano Luca Badoer.

Massa sofreu um acidente grave no último sábado, durante o treino classificatório para o GP da Hungria, e não tem previsão de volta à Fórmula 1.

No momento, o brasileiro está internado no Hospital Militar de Budapeste e se recupera de uma cirurgia para retirada de fragmentos ósseos do rosto e de fraturas na região da testa.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Nova Mitsubishi Pajero Dakar
















Substituto natural do Mitsubishi Pajero Sport no exterior, no Brasil o Pajero Dakar foi batizado em homenagem à mais competitiva prova off-road do mundo, o Rally Dakar. No entanto, a marca japonesa, que detém 12 títulos em 26 participações na prova, não participa do rali desde 2008 e não diz se voltará ao certame. Apesar disso, a filial brasileira precisava de um nome para diferenciá-lo da versão Sport, que continuará em produção na fábrica de Catalão, em Goiás – o Dakar vem importado da Tailândia. Segundo os executivos da Mitsubishi, a novidade chega para "ocupar a lacuna dos R$ 160 000” em sua variada linha de SUVs, que começa no Pajero TR4, segue com o Sport e o Dakar e termina no Full.

Apresentado pela primeira vez em agosto de 2008 no Salão de Moscou, na Rússia, o Pajero Dakar é um carro que a fabricante venderá apenas em mercados considerados emergentes. Estão na lista países da América Latina, Ásia, Oriente Médio e Eurásia (Rússia, Turquia etc.). Por aqui, o modelo desembarca com preços sugeridos de R$ 152 990 na versão manual e R$ 159 990 na automática. O motor escolhido para o mercado nacional foi o 3.2 16 válvulas turbodiesel, que desenvolve 165 cv de potência a 3 800 rpm e 38,1 kgfm de torque a 2 000 rpm. Do outro lado do mundo, o mesmo veículo também é vendido nas opções 2.5 diesel e 3.5 V6 a gasolina.

Segundo Reinaldo Marutori, diretor de engenharia da Mitsubishi do Brasil, a marca tem a intenção de trazer a produção do Pajero Dakar para sua linha de montagem em Catalão. “Mas ainda não temos prazo algum”, completa. Perguntado se o modelo poderia ganhar uma opção a gasolina no futuro, Paulo Ferraz, presidente da marca no Brasil, foi direto: “Se tiver, será flex”. O motor pode ser o mesmo do Pajero Sport nacional. Já quando questionado a respeito do preço do lançamento em relação a modelos rivais, como o Toyota Hilux SW4 (R$ 151 000) e o Land Rover Discovery 3 (R$ 183 000), Robert Rittscher, diretor comercial da fabricante, foi categórico em sua resposta: “Eles não têm o DNA Mitsubishi”. Ok, vamos acelerar.

No evento de lançamento do carro, a Mitsubishi convidou os jornalistas para um test-drive do Pajero Dakar por um trajeto com trechos de terra e pavimentados nos arredores de Mairiporã, no interior de São Paulo. Logo na saída do ponto de encontro já éramos instruídos a entrar com o veículo em um longo trecho sem asfalto, repleto de buracos e obstáculos variados. Em superfícies razoavelmente planas, a suspensão foi muito bem, mas basta passar por uma imperfeição um pouco maior que os ocupantes começam a sentir os balanços na cabine. Se for um buraco grande, o susto é proporcional ao obstáculo.

Com a tração 4x4 acionada, somente um obstáculo muito difícil é capaz de parar um Pajero Dakar, que ainda tem em sua caixa de transmissão (tanto na automática como na manual) os modos 4x4 com diferencial central bloqueado e 4x4 reduzida, que permite ao carro literalmente “escalar” as mais sinuosas estradas de terra e lama. Ainda conta a favor do Dakar na prática do off-road os ângulos de ataque de 36º e de saída de 25º, que evitam eventuais raspadas de para-choque em subidas íngremes ou final de descidas. De acordo com a marca, o modelo ainda encara rampas de até 35º e vias com uma inclinação lateral de 45º. É um carro feito para aventuras, isso é fato.

Mas, como a maioria dos brasileiros que compra este tipo de carro não utiliza os modelos na terra, o máximo de aventura que muitos Pajero Dakar terão pela frente serão lombadas, poças d’água e valetas. Então, o que interessa neste ponto é o motor e sua praticidade no uso urbano. Durante o teste-drive a bordo da versão automática com 4 velocidades foi possível notar que o Dakar parece um pouco “amarrado”, apesar dos bons números de potência e principalmente torque, que aparece a 2 000 rpm e segue plano até altos giros. O câmbio, quando conduzido de forma sequencial, apresenta um pequeno delay. Falta ao carro a arrancada típica de propulsores diesel de grande cilindrada, que, no caso do lançamento, grita muito, mas responde pouco. No entanto, o modelo é surpreendentemente manobrável em vias apertadas. Parte desse atributo deve-se ao diâmetro de giro de 11,2 metros.

Porém, como é de praxe em lançamentos da Mitsubishi, não foram divulgados dados de desempenho, como aceleração, retomada e autonomia. O único dado divulgado foi o de consumo médio a 120 km/h, que fica na casa dos 11,2 km/l, e urbano, que registra a boa média de 8,3 km/l.

Ao entrar no carro, é possível notar que o interior é simples, apesar da tentativa da marca de modernizar o painel com luzes vermelhas e uma pequena tela de cristal líquido, que permite ao motorista acessar as informações do computador de bordo. Outro ponto que desanima é a forma como o sistema Bluetooth foi instalado na cabine. Os comandos do equipamento para telefonia foram introduzidos no que antes parecia ser um porta-trecos, enquanto o microfone do motorista vai pendurado acima do retrovisor interno.

Para motorista e passageiro o conforto dos bancos é muito bom, mas quem vai nas fileiras de assentos do meio e na rebatível no porta-malas não viaja em conforto pleno, já que os bancos são muito baixos e o assoalho, alto demais. É o mesmo problema de todo utilitário montado sobre chassi de longarina. Fora isso, os bancos vêm revestidos com couro de boa qualidade, que pode vir nas cores bege ou cinza. A lista de equipamentos inclui sensor de estacionamento, airbag duplo, freios ABS (antitravamento) com EBD (distribuição da força de frenagem) e ar-condicionado automático digital com comandos individuais para as três fileiras.

Mas o carro atrai as atenções também pelo visual, cujo design foi inaugurado pela picape L200 Triton, modelo com o qual o Dakar divide a mesma plataforma. Mas se quem realmente compra um utilitário esportivo faz uma minuciosa pesquisa de preço e busca saber o que cada um oferece antes de assinar o cheque, a questão vai muito além de uma análise do DNA.





terça-feira, 21 de julho de 2009

Novo 118i - motor 2.0 135cv R$95.000,00











Para atrair mais clientes às suas concessionárias e, literalmente, quebrar uma barreira, a BMW passa a oferecer no Brasil seu primeiro modelo abaixo dos R$ 100 000. Trata-se do 118i, versão de entrada do Série 1 que custará exatos R$ 95 000 com transmissão automática sequencial Steptronic de 6 marchas (o câmbio não traz opção de trocas no volante).

Mecanicamente, o novo 118i conta com o mesmo motor 2.0 de 4 cilindros do 120i, até então o modelo de entrada da BMW no país, mas a potência e o torque foram reduzidos, respectivamente, de 156 cv e 20,3 kgfm para 136 cv e 18,3 kgfm. Por enquanto, segundo a fabricante, não há previsão de importação ao Brasil do 118i com câmbio manual.

Se os valores não são tão discrepantes, é no interior que as mudanças mais impactantes são observadas. Ao abrir a porta do motorista e se ajeitar no banco, é estranho saber que você está ao volante de um BMW, mas nota a ausência do ar-condicionado digital, do revestimento de couro nos bancos e de alguns detalhes mais refinados de acabamento, como aplicação de elementos em antracite no painel.

Fora esses detalhes, o 118i não foge à sua linhagem de marca premium e traz de série, além do ar-condicionado manual, airbags frontais para motorista e passageiro, laterais dianteiros e para cabeça tanto na dianteira como na traseira. Completam a lista o trio elétrico, bancos com regulagem de altura, retrovisor interno eletrocrômico, sistema de som BMW Professional com entrada auxiliar, teclas multifunções no volante, bancos traseiros bipartidos 60/40 e coluna de direção regulável em altura e profundidade. As rodas de liga leve são de 16” e vem calçadas em pneus 205/55 R16.

Com qualidades inegáveis, a grande pergunta surge quando analisamos a diferença de preço. Será que os R$ 23 000 de diferença entre o 120i (R$ 118 000) e o 118i (R$ 95 000) não justificam o investimento na opção mais potente? Vale destacar que o gasto maior dará em troca – além de 20 cv a mais – ar-condicionado digital, sensores de chuva, luminosidade e estacionamento, revestimento interno de couro, faróis de xenon e teto solar. É algo para se pensar, não?

Filho de uma marca cujo slogan no Brasil é “Puro Prazer de Dirigir”, é de se esperar que o novo carro de entrada da BMW no país não deixe seu futuro comprador desiludido. Pois bem, para verificar se isso é verdade, nada como encarar as retas e curvas de uma boa estrada para testar a dirigibilidade do hatch. Chave pressionada no painel, botão “Start” acionado, é hora de conferir o comportamento do pequeno BMW.

Como é ponto de honra na marca alemã, e o que torna a dirigibilidade de seus modelos tão cativante, o 118i conta com tração traseira e eixo dianteiro de alumínio, conjunto que permite distribuir melhor o peso do carro. Na prática, curvas são contornadas com sutileza e o conjunto de suspensão multibraço na traseira apóia o modelo com eficiência. Um ponto em que o 118i sente a falta de um bloco mais potente é nas acelerações e retomadas quando o câmbio Steptronic está no modo Drive. Porém, para quem gosta de sentir o carro, basta deslocar a alavanca para esquerda e efetuar as trocas das 6 marchas manualmente. Deixando o bloco 2.0 sempre cheio, o 118i revela uma tocada instigante.

Na pista de testes, o hatch acelerou de 0 a 100 km/h em 11s4 e precisou de 193 metros para tanto, número relativamente bom levando em conta que o modelo pesa 1 375 kg. Para cumprir a retomada de 60 a 120 km/h, o 118i levou 12s0, enquanto a mesma prova de 80 a 120 km/h foi feita em 8s6. Com tanque de combustível com capacidade para 53 litros de gasolina, a média de consumo na casa dos 8,3 km/l pode ser considerada elevada, com parciais de 6,8 km/l na cidade e 9,8 km/l em rodovia. Com a mecânica que possui, o modelo deveria percorrer pelo menos mais de 10 km/l na estrada.

Silencioso, o 118i emite 45,4 dB em ponto morto, enquanto a 120 km/h o conforto a bordo é realçado e os passageiros podem conversar tranquilamente ou apreciar uma boa música, já que o carro emite apenas 64,8 dB. Na balança, o 118i é um carro cujas virtudes prevalecem sobre suas poucas características que merecem crítica, por isso sua chegada ao Brasil cumpre com louvor seu propósito: que cada vez mais apaixonados possam carimbar seu passaporte para o mundo BMW.

Cosworth novo motor na F1


Inicialmente, a Cosworth voltaria à Fórmula 1 na temporada de 2010 com propulsores com limite de 20 000 rpm. Depois de conversas entre a FOTA e a FIA, no entanto, a companhia aceitou reduzir o número para 18 000 rpm, ficando na mesma faixa das demais. Isso, de acordo com a marca, não afetará o desempenho dos propulsores que serão fornecidos para as três novas escuderias da categoria.

“Nós aceitamos o limite de 18 000 rpm para evitar um possível novo confronto dentro da categoria. Desde que começamos a trabalhar em nosso novo motor, estamos confiantes de será totalmente competitivo. Eu penso que as equipes não serão menos competitivas em consequência desse ajuste. Com um giro menor, podemos reduzir o tamanho dos radiadores, o que ajudará no arrasto aerodinâmico. Também consumirá menos combustível, melhorando a eficiência”, explicou Tim Routsis, CEO da Cosworth, ao site da revista Autosport.

Por fim, a companhia também afirma que já realizou algumas simulações com o novo limite e seu propulsor continua sendo bem competitivo para a próxima temporada. Os times que utilizarão os motores da Cosworth em 2010 são a US F1, a Manor Grand Prix e a Campos Meta1.

Rafael Munhoz

Imagens
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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Novo Golf GTi - Tuning ! - 300cv
















A nova geração do Golf na versão com motor 2.0 já é um carro de caráter esportivo. No entanto, os 210 cv gerados pelo propulsor podem não ser o bastante para um tipo de consumidor mais exigente. Para aqueles que desejam mais cavalos de potência roncando debaixo do capô, a preparadora alemã ABT oferece dois kit de modificações, que elevam a força do modelo para 260 cv ou 300 cv.

O ganho de potência de ambas as versões é conseguido graças às mudanças na central de gerenciamento eletrônico do motor (ECU), que alteram o funcionamento da injeção eletrônica de combustível. A ABT também otimizou o sistema de escape, melhorando o fluxo de gases. Para a versão de 300 cv, a empresa introduziu ao novo Golf VI um turbocompressor mais eficiente, que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 6s0.

Para melhorar o comportamento do carro de forma condizente ao ganho de potência, a ABT também modificou a suspensão do Golf GTI, deixando-a mais firme e 3 cm mais baixa. Clientes ainda podem optar por diferentes tipos de rodas de alumínio nos aros 18” e 19”. Além disso, o carro ainda possui grade frontal diferenciada, spoiler mais acentuado, saia lateral, aerofólio traseiro e extrator integrado ao para-choque traseiro.

O interior, por sua vez, recebeu uma série de frisos vermelhos no painel e nas portas, bancos ainda mais esportivos com formato concha e tapetes customizados com a logomarca da ABT.










Nissan cria sistema inovador de injeção - motores mais eficientes

A Nissan apresentou nesta quarta-feira (15) um sistema inovador de injeção de combustível. Basicamente, a diferença em relação aos dispositivos atuais, é que o no motor da Nissan o combustível é conduzido até às câmaras de combustão por meio de injetores separados para cada válvula de admissão, tornando o processo mais eficiente do que o realizado atualmente, já que a maioria dos propulsores conta com um injetor simples.

No Nissan Dual Injector, como a novidade é chamada, a gasolina é vaporizada no cilindro de forma mais eficaz, reduzindo a quantidade de resíduos não queimados no processo de combustão e a emissão de gases poluentes além de, consequentemente, diminuir o consumo de combustível em 4% quando comparado com um bloco da mesma classe também movido somente a gasolina.

Outra vantagem do sistema, de acordo com a fabricante japonesa, é que o Dual Injector chega a apresentar resultados semelhantes aos de um motor com injeção direta de combustível com a vantagem de custar 60% menos, já que não requer as caras soluções que esse tipo de bloco requere, como uma bomba de alta pressão para o combustível.

Ainda não há previsão de quando a Nissan passará a adotar o Dual Injector em seus propulsores, mas o vice-presidente da divisão de engenharia de motores da empresa, Shuichi Nishimura, declarou que a marca planeja “adotar largamente o novo sistema de injeção em seus modelos com o objetivo de reduzir a emissão de CO2 e conservar metais raros aplicados no catalisador dos veículos”.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=3463

sábado, 11 de julho de 2009

Novo VW Golf geração 6 - chega no fim de 2010








A nova geração do VW Golf deve chegar ao Brasil no fm do ano de 2010

Novo Jaguar XJ






A nova geração do XJ, que abandonou as formas conservadoras que caracterizavam o sedã. O modelo ganhou contornos mais ousados e marcantes, bem ao estilo do XF (ultimo projeto desenvolvido pelos ingleses em parceria com a Ford).

De frente, nota-se grande semelhança com o XF, especialmente em detalhes como a grade dianteira, os vincos agressivos no capô e os faróis de formato afilado. O conjunto forma um visual intimidador, que remete a um felino (não por acaso, símbolo maior da montadora inglesa).

A lateral tem um perfil esportivo, seguindo a tendência dos cupês de quatro portas. O teto com uma suave curvatura e a linha de cintura elevada são dois elementos marcantes no novo XJ. Curioso é o detalhe das colunas “C” pintadas em preto, para criar a ilusão de continuidade com as janelas laterais.

Já a traseira esbanja ousadia – ao menos para os padrões da Jaguar -, com lanternas verticais com iluminação por LEDs que acompanham as formas da tampa do porta-malas. O vistoso par de ponteiras completa o pacote estético e dá um toque de esportividade.

Por dentro, o desenho não repete o mesmo arrojo da parte externa, mas agrada. As formas circulares predominam em detalhes como as saídas de ar, o painel de instrumentos e até no inovador Drive Selector, recurso proveniente do XF.

Trata-se de um câmbio automático de desenho diferenciado, cujas marchas são selecionadas por um botão giratório no console central. O interior ainda conta com uma tela de oito polegadas sensível ao toque, que exibe informações do sistema de navegação por satélite (GPS) ou os controles do DVD.

As portas contam com apliques de madeira de lei, enquanto que os confortáveis bancos são revestidos em couro especialmente tratado. Destaque também para o belo teto solar panorâmico confeccionado com chapas de vidro, que deslizam para cima ou para baixo de forma a não comprometer o espaço para as cabeças dos ocupantes.

O novo XJ será vendido com quatro opções de motorizações, sendo três delas movidas a gasolina. O propulsor de entrada é um 5.0 V8 aspirado, que gera 385 cv, enquanto que a versão intermediária conta com o auxílio do compressor para desenvolver 470 cv.

Já a configuração topo-de-linha tem 510 cv, suficientes para que o sedã acelere de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Uma versão movida a diesel também figura entre os planos da Jaguar. Ainda não há previsão de chegada do novo XJ no Brasil.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/carros/lancamentos/jaguar-xj-483389.shtml

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Panda Adventure


A linha Adventure da Fiat não é exclusiva do mercado brasileiro. A fabricante italiana anunciou na última terça-feira (7) o lançamento do Panda 4x4 Adventure na Europa. Munido de tração integral, a versão com visual aventureiro do compacto é oferecida nas versões com motor 1.2 a gasolina de 60 cv e 1.3 Multijet a diesel de 70 cv. Já disponível na Itália, o modelo tem preços sugeridos de 14 100 euros (cerca de R$ 40 000) na versão de entrada e 16 000 euros (aproximadamente R$ 45 000) no modelo mais forte.

Tal como as versões Adventure de veículos da Fiat à venda no Brasil, a nova versão do Panda 4x4 também se utiliza de para-choques parrudos, frisos laterais e rack de teto para se diferenciar do modelo convencional. Além disso, o modelo traz rodas aro 14” sem calota e a carroceria vem pintada somente na cor verde. Outra mudança importante é a suspensão reforçada e elevada em 4 cm.


quarta-feira, 8 de julho de 2009

NOVA Fazer 250 vem ai para atacar a nova CB 300R







Existe muita expectativa sobre o que a Yamaha fará para competir de igual para igual com a nova Honda CB 300R — substituta da CBX 250 Twister. O modelo 2009 da Fazer 250 virá apenas com algumas modificações estéticas e a adição da sonda lambda, a exemplo do que foi feito com a Lander. Assim, apenas a versão 2010 apresentará grandes novidades.

Informações de bastidores e uma moto que nossa equipe já avistou rodando pelas ruas brasileiras, levam a concluir que a sucessora da Fazer atual terá o visual da FZ 16 vendida pela Yamaha na Ásia. Desse modo, a estética lembrará muito a naked FZ6. E também é possível existir uma versão semi-carenada, como a FZ 16 Fazer que acaba de ser mostrada em terras asiáticas.

A pequena FZ 16 é equipada com um motor 153 cm³ refrigerado a água capaz de alcançar 14 cv de potência. Porém, a moto que seria comercializada no Brasil contaria com um motor originado da Fazer 250 brasileira.

Além da estética moderna, a nova Fazer também herdaria o chassi tipo diamante da FZ 16. Com certeza, a briga entre Honda e Yamaha vai ser intensa com a novidade. Será interessante ver a disputa entre a mini-Hornet — CB 300R — e a mini-FZ6 — nova YS 250 Fazer.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Ferrari F430 da Novitec Rosso - 696cv





























A Ferrari F430 Scuderia Spider 16M com seu motor 4.3 V8 de 510 cv e 47,9 kgfm de torque já é um esportivo e tanto. Porém, para a preparadora Novitec Rosso, tais números não são suficientes. Para satisfazer os exigentes clientes desse tipo de modelo, a empresa criou uma versão especial, que usa dois compressores mecânicos (supercharger) para gerar brutos 696 cv e despejar para as rodas traseiras 69,5 kgfm de torque.

Além do fôlego extra, essa Ferrari possui filtro de ar de alta performance, bicos injetores mais avantajados, que permitem a entrada de mais combustível, e sistema de escape ainda mais eficiente. A transmissão continua original e tem as mesmas características de um carro de Fórmula 1. O pacote 16M ainda inclui mudanças na suspensão, que foi rebaixada em 4 cm, e pneus nas medidas 235/30 ZR20 na frente e 325/25 ZR20 atrás.

De acordo com a Novitec Rosso, a F430 preparada vai de 0 a 100 km/h em meros 3s5, 0s2 mais rápido que o modelo convencional. Continue acelerando e em 9s7 o carro chega a 200 km/h. Partindo da imobilidade aos 300 km/h, o bólido italiano leva 23s8. A velocidade máxima ficou limitada a 330 km/h. Uma pena.

Thiago Vinholes

Fonte:
http://maxi.terra.com.br/index.asp?codc=501#

A nova Strada já foi testada !


Você gosta do estilo das picapes, mas não opta por um modelo desse tipo devido à restrição no número de passageiros? Então, parafraseando o programa humorístico, seus problemas acabaram. Bom, para ser sincero, pelo menos parte deles. O próprio Carlos Eugênio Dutra, diretor de exportação e produto da Fiat, explica que a nova Strada Cabine Dupla nasceu justamente para suprir essa demanda revelada pelo público e que foi constatada por meio de pesquisas com os clientes.

Dutra também revelou que a Strada Cabine Dupla será oferecida, inicialmente, somente na versão Adventure por R$ 46 440, a qual se destina justamente ao público-alvo do modelo, ou seja, jovens de 25 a 35 anos ou casais sem filhos. Questionado sobre o preço, o executivo pondera que “se o mercado demandar, podemos pensar em uma configuração Trekking, por exemplo”.

Apesar disso, o sistema de bloqueio eletrônico de diferencial Locker, presente na Strada Adventure com cabine estendida, se tornou opcional para baratear o custo do modelo e é vendido por R$ 1 300. Também é por esse mesmo motivo – o custo – que alterações mais profundas no projeto, como um aumento da distância entre-eixos para melhorar o espaço da cabine sem sacrificar a caçamba, foram descartadas. “A Strada Cabine Dupla tem espaço para 580 litros de bagagem e transporta 650 kg, números suficientes, de acordo com nossas pesquisas, para o uso que nosso cliente realizará. Portanto, um gasto extra com alterações estruturais não foi necessário”, revelou Dutra.

Declarações à parte, o fato é que o banco traseiro da Strada Cabine Dupla não é dos locais mais agradáveis se você tem mais de 1,75 m, medida padrão considerada pela Fiat para a estatura dos brasileiros. Se o motorista ou o passageiro estiverem “acima da média”, o espaço para as pernas dos dois ocupantes extras ficará reduzido e um deslocamento por grandes distâncias não será confortável. A noção que fica para quem utiliza o assento traseiro é de que há menos espaço do que o encontrado em um Palio, mas pelo menos o projeto contempla apoio para braço e porta-objetos nas laterais (as janelas fixas são outro problema).

Como ela não tem concorrentes no mercado, a Fiat estima comercializar de 1 000 a 1 500 unidades de seu inovador produto por mês e prevê uma inevitável “canibalização interna” dentro da gama Adventure, que hoje representa 35% do mix de vendas da Strada. A marca italiana, contudo, quer até mesmo roubar clientes de picapes médias, como Chevrolet S10 e Ford Ranger, com cabine simples e em suas versões de entrada. “Pretendemos mostrar ao consumidor dessas picapes as vantagens da Strada no que diz respeito à facilidade de manobra e menor preço”, destaca Carlos Eugênio Dutra.

A Strada Cabine Dupla é impulsionada pelo conhecido 1.8 flex de 114 cv a 5 500 rpm e 18,5 kgfm a 2 800 rpm, ambos com álcool, sendo que as principais alterações mecânicas do produto foram feitas na suspensão. O conjunto traseiro, constituído por um eixo rígido Ômega, passou a contar com molas mais flexíveis, enquanto os amortecedores foram recalibrados e são do tipo Powershock com duplo efeito na dianteira.

Quem sai de uma Strada Adventure Locker e dirige uma Strada Cabine Dupla nota poucas diferenças, porém o modelo com habitáculo maior transmite uma sensação de maior rigidez. Esteticamente, o design da nova carroceria 25 cm maior em relação ao tamanho da Strada cabine estendida ficou bem acertado e foi pensado pelo Centro Estilo Fiat para a América Latina. As caixas de rodas com molduras cinza e os estribos podem ser soluções que não agradam a todos, mas a identidade da opção top de linha foi mantida.

Pelo preço básico, a Strada Cabine Dupla oferece ar-condicionado, computador de bordo, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, volante com regulagem de altura, faróis de neblina e bancos dianteiros com o sistema “Easy Entry”. Sua principal missão será manter a liderança da Fiat no segmento de picapes pequenas, que enfrentará uma forte concorrência com a chegada, em breve, da nova Saveiro (que pode se chamar Arena) e da picape derivada do Peugeot 207. Será que o apelo do ineditismo será suficiente para manter o sucesso da Strada? Vamos ver o que o sábio mercado reserva para ela.

César Tizo

Fonte:
http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=3387