domingo, 27 de setembro de 2009

Fiat 500 Sport e Abarth





FICHA TÉCNICA

Fiat 500 Sport 1.4 16V
Motor: A gasolina, transversal, 1.368 cm³, quatro cilindros em linha, 16 válvulas e comando simples de válvulas no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Manual de seis marchas à frente e uma a ré. Oferece controle de tração.
Potência: 100 cv a 6 mil rpm.
Torque: 13,3 kgfm a 4.250 rpm.
Diâmetro e curso: 72,0 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 10,8:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços transversais oscilantes inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira interdependente por eixo de torção, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Oferece controle de estabilidade.
Freios: Dianteiros a discos ventilados e traseiros a discos sólidos. Oferece sistema ABS com EBD de série na versão.
Carroceria: Hatch em monobloco com duas portas e quatro lugares. 3,54 metros de comprimento, 1,62 m de largura, 1,48 m de altura e 2,30 m de distância entre-eixos. Oferece duplo airbag frontal de série na versão.
Porta-malas: 185 litros.
Peso: 930 kg em ordem de marcha, com 440 kg de carga útil.
Tanque: 35 litros.

500 Abarth 1.4 16V Turbo T-Jet
Motor: A gasolina, transversal, 1.368 cm³, quatro cilindros em linha, 16 válvulas e comando simples de válvulas no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial, acelerador eletrônico e turbocompressor com intercooler.
Transmissão: Manual de seis marchas à frente e uma a ré. Oferece controle de tração.
Potência: 135 cv a 5.500 rpm.
Torque: 21 kgfm a 3 mil rpm.
Diâmetro e curso: 72,0 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 10,8:1
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços transversais oscilantes inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira interdependente por eixo de torção, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Oferece controle de estabilidade.
Freios: Dianteiros a discos ventilados e traseiros a discos sólidos. Oferece sistema ABS com EBD de série na versão.
Carroceria: Hatch em monobloco com duas portas e quatro lugares. Dimensões: 3,54 metros de comprimento, 1,62 metro de largura, 1,48 metro de altura e 2,30 metros de entre-eixos. Oferece duplo airbag frontal de série na versão.
Porta-malas: 185 litros.
Peso: 1.035 kg em ordem de marcha.
Tanque: 35 litros.

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sábado, 26 de setembro de 2009

Nova Pajero TR4 Flex





Márcio Murta

"Não é uma plástica, é um corpo novo". Foi o que disse Reinaldo Muratani, chefe de engenharia da Mitsubishi do Brasil, ao apresentar o Pajero TR4 flex 2010. Segundo a empresa, R$ 100 milhões foram investidos para que o SUV de entrada da marca no Brasil recebesse novo visual externo, alterações internas, além de um novo conjunto de motor, câmbio e suspensão. "Visualmente, só o teto não foi alterado", completa Muratani.

O modelo quase virou um ser humano durante a sua apresentação, tendo o motor chamado de "coração", sua nova carroceria de "corpo", suas aptidões off-road de "alma Mitsubishi", e suas características como “personalidade”. Nada mais natural, portanto, que como qualquer pessoa o novo TR4 apresentasse defeitos. As dimensões do jipe, por exemplo, não foram alteradas e tanto o espaço traseiro como o porta-malas (315 litros) continuam reduzidos. O pequeno ângulo de abertura da porta traseira, somada com o seu diminuto tamanho, acaba por dificultar o acesso ao banco. Tal peculiaridade pode não ser relevante quando em uso urbano, mas o barro que se acumula nas laterais das portas traseiras quando o veículo realiza trilhas certamente marcará a roupa dos desavisados na hora de entrar ou sair.

O desenho do TR4 está mais limpo e ainda assim robusto, seguindo a linha da Pajero Dakar. O SUV também conta com extratores laterais de ar (que possuem função tanto estéticas quanto técnicas), além de estribos laterais e rack de teto novos.

Internamente a TR4 manteve o mesmo desenho e a extensa utilização de plástico, mas recebeu novo estofamento com um ar mais aconchegante. O painel inédito com coloração azul é de fácil leitura, mas o relógio digital com calendário parece ter sido "emprestado" de um Astra, destoando um pouco o conjunto. Após avaliar o modelo e seus detalhes, foi hora de ir para pista.

Percorremos cerca de 20 km com o modelo em um percurso que contava com trechos de estrada asfaltada e terreno de terra. A forte e quase ininterrupta chuva que caiu no dia precedente e no próprio dia do evento tornou o trecho fora-de-estrada extremamente liso. O TR4, no entanto, ignorou as condições climáticas adversas e seguiu com valentia exemplar todo o traçado, passando segurança para o motorista e diversão quando provocado.

A nova calibragem das molas e amortecedores em conjunto com os pneus de perfil mais baixo (225/65), calçados em rodas de aro 17" , tornaram o SUV sensivelmente mais confortável sem abdicar da robustez para circular fora de estrada. No asfalto o jipe é estável - levado em conta os 21,5 cm em relação ao solo -, e sua dirigibilidade é ótima no off-road. O sistema de tração conta com opções de tração 4x2 (traseira), 4x4, 4x4 com diferencial central bloqueado, e 4x4 com diferencial central bloqueado e reduzida. Na prática isso significa que o modelo possui opção de tração para todos os tipos de terreno, desde que sejam respeitados os seus ângulos de entrada, saída e inclinação lateral máxima, todos de 35º.


O motor, entre diversas alterações, teve a sua taxa de compressão elevada para 11:1, e agora gera 135 cavalos de potência a 5 500 rpm e 20 kgfm de torque com gasolina, e 140 cv a 5 500 rpm e 22 kgfm de torque quando abastecido com álcool. Apesar de ter melhorado a disposição do jipe, o propulsor ainda é ruidoso. A potência maior exigiu um novo câmbio nas versões automática e manual para suportar os valores de torque reajustados, embora as relações de marcha não tenham sido alteradas. O conjunto mostrou boa disposição nas trilhas e o desempenho de quem não tem pressa na estrada, características típicas da TR4. Segundo a Mitsubishi, este propulsor é em média 5% mais econômico que o anterior.

Visando aumentar o atrativo de vendas, a TR4 passou a ser equipada com um sistema de som que possui conectividade para iPod, Bluetooth, e entrada USB. A gama de cores do utilitário agora conta com 8 cores e a garantia do modelo agora é de dois anos com preço das revisões pré-estabelecidos. A Mitsubishi também oferece o próprio seguro para as versões do modelo, que custa em média 4,3 % do valor do veículo.

O TR4 corresponde a cerca de 26% das vendas da Mitsubishi no Brasil, e a empresa espera vender 1000 unidades/mês, sendo desse total 40% da versão atomática (R$ 71 990), 40% da manual (68 990) e 20% da versão de entrada GLS (R$ 65 550). Os concorrentes diretos do TR4, segundo a montadora, são Ford EcoSport, Hyundai Tucson, Suzuki Grand Vitara e Kia Sportage.

Fonte.: http://carroonline.terra.com.br/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Brabus apresentará Classe E V12 em Frankfurt
















O modelo conta com um distinto kit visual aerodinâmico e terá uma série limitada a apenas 10 unidades. A aparência, além de oferecer muito estilo, permite maior refrigeração dos freios e do motor V12, que está ainda mais potente do que no SR V12 S.

Novos acertos nos sistemas de injeção, ignição, pressão do turbo e escape fazem o propulsor 6.3 gerar 800 cavalos de potência e 112,2 kgfm de torque – o bloco chegou a gerar 144,8 kgfm, mas foi limitado eletronicamente para evitar a quebra da transmissão. Na configuração com o torque limitado, o sedã acelera aos 100 km/h em 3s7, aos 200 km/h em 9s9 e aos 300 km/h em 23s9.

A velocidade máxima é (adivinhem!) limitada a 350 km/h, mas se o motorista tiver (muita) coragem, a remoção do limitador permite ao Classe E atingir 370 km/h. A média de consumo é de 6,4 km/l, e a emissão de CO2 é de 372 g/km.

O sistema de freios é de alta performance, assim como as barras estabilizadoras. A suspensão é completamente ajustável, e as rodas de aro 19” calçam pneus 255/35 na dianteira e 285/35 na traseira.

No interior, o modelo conta com revestimento de fibra de carbono e couro preto. O preço da versão começa a partir de US$ 875 000, o equivalente a R$ 1,56 milhão sem as taxas de importação.

Novo Megane 2010

















Desde 2008 que já estão na internet as fotos do Novo Megane. Ele será fabricado no Brasil a partir de 2010 na fábrica da Renault em São José dos Pinhais, Paraná, também na versão hatch.

O novo Mégane vem com vários equipamentos de série e alguns opcionais como bluetooth, faróis bi-xenon, teto panorâmico, pressão dos pneus controlados com um sensor no painel e um motor com tecnologia para economizar combustível.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

COMUNICADO !

Devido a problemas técnicos não estamos podendo fazer nossas atualizações normalmente.

Amanha devemos estar tentando novamente atualizar o Blog.

Obrigado

Equipe - Tudo Sobre Carro .BlogSpot .com

sábado, 5 de setembro de 2009

Pintura com cara de "zero"

Se você acha que lavar o carro com cera no posto é suficiente para manter a pintura em perfeito estado, é porque tem muito a aprender sobre o assunto. Os cuidados com a lataria vão do tradicional enceramento ao local onde o carro pernoita e até mesmo antes da compra do carro, na hora da escolha da cor. “Pinturas sólidas tendem a queimar mais rapidamente. Isso porque as metálicas têm pó de alumínio e as perolizadas, cristais de quartzo. Esses elementos ajudam a refletir a luz solar e sujeitam o carro a menos raios ultravioleta do sol, um grande vilão da pintura”, diz Reinaldo Nascimbeni, supervisor de serviços técnicos da Ford.

Assim, se você não tem garagem coberta em casa ou no trabalho, compensa gastar um pouco mais para ter um carro com pintura mais resistente às intempéries. Para quem tem de estacionar sempre na rua, cuidado com árvores ou fios, que costumam atrair pombos. “Fezes de pássaros, infiltração de prédios, resina de árvore e sabão com soda cáustica, entre outros, agem diretamente na superfície da pintura, deixando-a com baixo nível de brilho e uniformidade”, afirma Marcelo Pereira, especialista do serviço técnico de reparação automotiva da 3M do Brasil. Outro veneno são papéis e folhas de árvore sobre a lataria, que podem entrar em putrefação e gerar ácidos que corroem a pintura. A recomendação, nesse caso, é uma só. “Fezes de pássaros chegam a arrancar o verniz. Se o carro for atingido por alguma, tire-a da pintura assim que puder. Nunca a deixe secar”, diz Nascimbeni.

Infiltrações em prédios também são perigosas, porém mais fáceis de remover. “Se não conseguir limpar o carro antes de as gotas de infiltração secarem, pode pingar vinagre ou limão sobre a mancha e esperar agir. O ácido reage com os restos da mancha e forma um sal que é fácil de remover. Faça isso até eliminar a mancha completamente”, afirma o supervisor de serviços técnicos da Ford. Mas tenha muito cuidado. “Tudo deve ser feito sempre à sombra, para não causar queimaduras graves na pintura ou na pele”, diz Hideo Carlos Matsui, engenheiro químico da Poly Epoxy, que produz os produtos AutoShine.

José Palacio, auditor do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), lembra outros perigos da pintura. “Cuidado com a gasolina. Se cair sobre a pintura, deve ser lavada imediatamente. E lavagem com sabão ou detergentes em geral, sob sol, queima a pintura”, diz. Receitas caseiras, como óleo de mamona, querosene e produtos com solvente, também são um veneno. “Se deixados por algum tempo sobre a pintura, podem ocasionar manchas ou defeitos, além de remover a cera aplicada para proteção”, afirma Pereira.

Para lavar o carro, o correto é usar um tipo especial de sabão. “Recomendamos só lavar com xampu neutro, pois não possui nenhum componente químico que prejudique a pintura”, diz Marco Pacheco, diretor de pós-vendas da Chevrolet. Há outro vilão que parece inocente, mas que ataca discretamente em regiões de trânsito pesado: a chuva. Subproduto da queima de combustíveis fósseis, o enxofre fica no ar. Quando chove, forma-se o ácido sulfúrico. “Chuvas ácidas devem ser lavadas logo em seguida”, afirma Palacio.

Para não entrar em uma obsessão por limpeza, o que se recomenda é lavar o carro toda semana, encerando- o quando necessário. Mas como só isso pode não ser suficiente, veja no texto abaixo outros métodos para garantir uma boa aparência do seu carro.

TIPOS DE PROTEÇÃO:

Enceramento: é o procedimento mais simples de proteção da pintura. Com a aplicação de cera automotiva, cria-se uma camada que reduz a ação da chuva ácida, da oxidação da tinta ou surgimento de manchas por produtos químicos em geral. “Basta aplicar a cera sobre o carro e retirá-la. As duas operações devem ser feitas com o algodão, e não estopa”, diz Nascimbeni. O segredo para saber se o carro precisa ser encerado de novo é a mera observação. Em dias de chuva, se a água escorrer pela pintura, ela ainda tem cera. Se gotas ficarem agarradas em algum ponto, a proteção já começou a desaparecer. Só tome cuidado, pois algumas ceras atacam borrachas e peças plásticas, provocando seu ressecamento.

Polimento: quando a pintura já está maltratada, só a cera não é suficiente. É preciso polir a carroceria. “Só deve ser feito em carros com riscos profundos ou pintura queimada. O processo consiste em usar massa de polir número 2, com politriz e boina específica”, diz Matsui. O polimento retira a menor parte possível da camada mais superficial da pintura, o verniz. Apesar de deixar a lataria com aspecto revigorado, o polimento não deve ser feito mais que três vezes durante a vida útil do carro, sob pena de retirar todo o verniz, apagando o brilho e reduzindo o nível de proteção. O polimento numa empresa especializada custa entre 190 e 300 reais.

Cristalização, espelhamento ou revitalização: os nomes variam, mas o processo é o mesmo – aplicação de uma resina protetora sobre a pintura. As diferenças de nomenclatura se devem mais a motivos comerciais. O da 3M, por exemplo, é chamado de espelhamento: “É o nivelamento da superfície da pintura a fim de deixá-la uniforme, removendo qualquer defeito. É feito, na maioria das vezes, com uma lixa adequada e um processo com polidores, lustradores e cera de alta durabilidade que deixam a pintura com alto nível de reflexão de imagem e brilho”, diz Marcelo Pereira. Mais conhecida pelo nome de cristalização, algumas pessoas têm receio de fazê-la por causa de boatos de que ela danificaria a pintura. Como a cristalização quase sempre exige polimento para limpar e recuperar a pintura, sua aplicação constante pode remover as camadas de vernizou até a própria pintura. Porém nem sempre a cristalização exige polimento. Se a pintura já for bem conservada, basta apenas aplicar essa resina cristalizadora. Um dos pontos negativos da cristalização é que a presença dessa cera especial na carroceria atrapalha a repintura do carro. Os elementos que a compõem impedem a aderência ideal da nova tinta. Antes de fazer um serviço de funilaria, portanto, é preciso retirar toda a resina cristalizadora. A duração de uma cristalização seria em média de três a seis meses. Os preços podem variar de 180 a 800 reais, dependendo da região do país e de quem aplicará o produto.

Fonte: (QUATRO RODAS) http://quatrorodas.abril.com.br/autoservico/reportagens/manter-pintura-como-nova-495501.shtml

Flex Start - novo sistema de partida a frio da Bosch

Novo sistema de partida a frio da Bosch, líder no mercado de Tecnologia Flex, funciona com temperaturas até 5 graus negativos sem utilizar gasolina.

O Flex Start da Bosch despensa o reservatório de gasolina, quem vem nos motores Flex que estão no mercado, e se utiliza de uma unidade controladora totalmente digital que aciona um sistema de aquecimento elétrico responsável por elevar a temperatura do álcool na galeria.

Ainda mais, segundo a Bosch, a seu novo sistema é capaz de reduzir em 40% a emissão de gases poluentes além de melhorar o desempenho do carro o tornando mais linear.

“Flex Start, Ligou pegou!”

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Crédito para compra de veículos cresce

O saldo das carteiras de CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e leasing para financiamento de veículos para pessoas físicas atingiu R$ 149,4 bilhões em julho, com crescimento de 12,3% sobre o valor registrado no mesmo mês do ano passado.

Os números da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), que compilou os dados de todo o setor bancário, mostram que o aumento continua sendo puxado pelas operações de leasing, que chegaram a um saldo de R$ 65,5 bilhões, 33,5% maior do que um ano antes. Já a carteira de CDC se manteve estável nesses doze meses, em R$ 83,9 bilhões.

Para Luiz Montenegro, presidente da Anef, não importa para o setor qual tipo de produto está crescendo porque a maioria dos bancos e financeiras oferece os dois. A vantagem do leasing sobre o CDC é não haver cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), mas, para saber qual é a melhor escolha em cada caso, o consumidor deve comparar o valor das parcelas e o CET (Custo Efetivo Total).

O levantamento mostra ainda que a inadimplência acima de 90 dias na carteira de CDC chegou a 5,3% em julho, um pouco abaixo da registrada no mês anterior (5,5%), mas muita acima do índice em julho do ano passado (3,7%).

"O crescimento já era esperado por causa dos financiamentos feitos em 2007 e em meados de 2008, com prazos muito longos e novos clientes entrando nesse mercado", disse Montenegro, para quem a taxa "ainda não é preocupante". Nesses dois anos, a indústria automobilística bateu recorde de vendas.

Na sua avaliação, o aumento gradual da alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de automóveis a partir do próximo mês, até voltar ao percentual original em janeiro, não deve afetar a expansão do saldo da carteira. "A confiança do consumidor na economia já foi restabelecida, e o primordial é ter crédito", afirmou o presidente da Anef.

Vale lembrar que a oferta de crédito diminuiu com o agravamento da crise no final do ano passado, impactando imediatamente as vendas de veículos. Para estimular o financiamento aos consumidores, Banco do Brasil e Nossa Caixa disponibilizaram em novembro linhas de R$ 4 bilhões, cada um, para as financeiras das montadoras. A previsão da Anef é terminar 2009 com acréscimo entre 10% e 15% sobre dezembro de 2008.

O plano máximo para financiamento de veículos está em 80 meses, assim como em junho, ante 72 meses em julho de 2008. A taxa de juros média, nas associadas da Anef, também permaneceu a mesma, em 1,49% ao mês, porém abaixo da registrada há um ano (1,75%). As praticadas no mercado em geral tiveram ligeira alta entre junho (2,00%) e julho (2,01%), mas são inferiores à de julho do ano passado (2,43%).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u618831.shtml

Novo Polo 2010 - 3 portas




A Volkswagen mostrou os detalhes iniciais sobre o novo Polo de três portas, que será apresentado oficialmente no salão Frankfurt.
Com um estilo esportivo e três diferentes níveis de acabamento, o Polo 3 portas quer conquistar o público mais jovem.

A versão básica é a Trendline que vem com ESP de série, vidros dianteiros elétricos, travamento central e vidros escurecidos. Na intermediária Comfortline adiciona-se acabamentos cromados, ar condicionado e bancos traseiros rebatíveis.

No topo da gama está a versão Highline que vem com rodas de liga leve de 15 polegadas, farois de neblena, volante revestido em couro, um visor multi-funções, e banco do motorista com regulagem de altura, entre outros itens.

No lançamento, o Polo, que acontece em outubro próximo, o modelo será oferecido com três motores a diesel e três a gasolina. Os motores a gasolina terão potência de 60 cv, 70 cv e 85 cv, enquanto o diesel será 75 cv, 90 cv e 105 cv.