domingo, 30 de janeiro de 2011

Gold Edition Touareg



O Qatar é um dos emirados árabes do Oriente Médio que vem tornando-se conhecido no mundo por sediar diversos eventos esportivos, como a final do Mundial Interclubes de 2010, um ATP Tour de tênis, uma etapa da MotoGP e, mais recentemente, o país conquistou o direito de sediar a Copa do Mundo de 2022. Assim, não causou surpresa a iniciativa do governo local em criar uma exposição automotiva, o Salão de Qatar. E, de olho no público da região, conhecido pelo elevado poder aquisitivo, a Volkswagen aproveitou a primeira edição do evento para apresentar uma versão exclusiva do SUV Touareg, batizada Gold Edition.

Como o nome indica, trata-se de um show car adornado por detalhes de ouro 24 quilates! Externamente, o metal precioso está presente nas rodas de 22″, no rack de teto, frisos laterais e na grade frontal. Mas é na parte interna que o Gold Edition se destaca. Câmbio, molduras do painel, maçanetas, saídas de ventilação, comandos do ar-condicionado e rádio… há ouro por toda a parte! Pode-se afirmar, sem exagero, que esta é uma legítima ”joia sobre rodas”.

Particularmente, acho isso tudo um exagero e de uma breguice sem igual. Mas, como diz o ditado, “gosto não se discute”. Se a Volkswagen investiu para criar essa unidade, é porque espera atrair interessados. Ainda mais no Oriente Médio. Ah, quer saber quanto custa? Sinto muito, mas a fabricante diz que um veículo desses não tem preço. Será?

Você gostaria de ter um carro “personalizado” com detalhes de ouro?

Fonte: http://www.blogmotorpress.com.br/carro/

Dando a volta! - FORD (EUA)

Se Chrysler e GM precisaram recorrer ao capítulo 11 da lei de falência norte-americana para se recuperar da crise, a Ford deu uma aula de administração durante o episódio. Só que, boa parte dessa aula, é bom destacar, foi mérito do engenheiro e atualmente CEO e presidente da companhia, Alan Mullaly, que já é apontado como um dos principais executivos da década.

A empresa norte-americana divulgou nesta sexta-feira (28) que obteve lucro de US$ 190 milhões no quarto trimestre de 2010, que marcou o sétimo trimestre seguido da companhia trabalhando “no azul”. Com o resultado, a Ford contabilizou um lucro total de US$ 6,56 bilhões em 2010.

A estratégia, que, ao que parece, já “presentia” a crise, consistiu basicamente em enxugar a companhia, com a venda das luxuosas Jaguar, Land Rover e Aston Martin, só para citar alguns exemplos. Vale lembrar, como bem destacou o Wilson Toume, que ela começou seu trabalho de reestruturação bem antes das concorrentes.

A Ford também partiu para uma agressiva estratégia de renovação de seus produtos e atualmente obtém muito sucesso nos EUA com a nova geração do Fusion, além, é claro, das picapes da série F. Dessa forma, a Ford provou que nem mesmo uma grande crise é maior do que competência administrativa e visão de futuro. Parabéns para ela e ao Mr. Mulally, que pode exibir o sorriso abaixo.

Fonte: http://www.blogmotorpress.com.br/carro/

125 anos do automóvel!


Foi num dia 29 de janeiro, mas há 125 anos, que o alemão Carl Benz deu início a uma revolução que se alastraria não só pela Europa, mas por todo o planeta. Nesse dia, o engenheiro registrou a patente nº 37435 do seu “veículo impulsionado por motor a gasolina” num escritório de patentes em Berlim, marcando o nascimento do automóvel. Antes de prosseguir, porém, é importante deixar claro que a data se refere a veículos dotados de motor a combustão interna. Modelos equipados com propulsores a vapor (com uma caldeira) já existiam desde o século 17.

Apesar da produção em série dos primeiros automóveis ter sido iniciada em 1888, eles demoraram a se tornar populares. Esse processo só começou no início do século 20 nos Estados Unidos, com a extinta Oldsmobile, e ganhou força graças a Henry Ford, que, em 1914, implantou a linha de produção do famoso Modelo T. O advento da produção em escala permitiu que cada carro deixasse a fábrica num período oito vezes menor que o dos concorrentes.

No início dos anos 1930, a Alemanha estava às voltas com uma grande crise, e uma das soluções apontadas para superá-la era a criação de um carro popular. Surgiram, então, os primeiros projetos de um “carro do povo” (Volkswagen, em alemão). Após diversos protótipos, nasceu, em 1937, o Fusca, então batizado de KdF (Kraft durch Freude, ou Força pela Alegria) Wagen. A eclosão da Segunda Guerra Mundial, entretanto, fez com que a Alemanha direcionasse todos os investimentos – e fábricas – para a produção bélica.

Mas o projeto do “carro do povo” era tão bom que superou as dificuldades e, após o fim do conflito, não demorou a ganhar as ruas de todo o mundo. Afinal, como o momento era de reconstrução e as pessoas necessitavam de um meio de locomoção barato, simples e confiável, o Besouro vinha bem a calhar.

No Brasil, a história da indústria automotiva começou em 1956, com o início da produção do Isetta, um curioso minicarro fabricado sob licença pela Romi, em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo. No mesmo ano, a Vemag começou a montar o DKW em São Paulo. Mas foi a partir de 1959 que a fabricação de automóveis passou para um nível superior com a inauguração da primeira unidade da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, SP. De lá começaram a sair as primeiras unidades da Kombi – que, por sinal, segue em produção até hoje. Ford, General Motors e Fiat foram as outras grandes montadoras que se instalaram no Brasil posteriormente, até meados dos anos 1970.

Após um longo período fechado às importações, o mercado brasileiro finalmente voltou a receber produtos estrangeiros (incluindo automóveis) em 1990. A partir de então, houve uma verdadeira invasão de novos modelos. Importados que chegavam para conquistar um público ávido por novidades e os nacionais que foram obrigados a se modernizar a fim de concorrer com os recém-chegados. Um bom exemplo do segundo caso foi o Chevrolet Corsa, da GM, o primeiro veículo popular “moderno”, já que trazia inovações como o design contemporâneo e a injeção eletrônica de combustível em um motor de baixa cilindrada.

Hoje, o mercado parece ter encontrado um certo equilíbrio, com fabricantes locais e importadoras disputando, na maioria dos casos, segmentos diferentes. Os modelos mais luxuosos e caros chegam do exterior, enquanto os mais baratos e médios são feitos no país. Essa relação, contudo, pode ser abalada com a chegada dos automóveis chineses, que vêm se destacando em todo o mundo por conta de seus preços competitivos – e design ainda de gosto duvidoso.

Outra grande preocupação diz respeito ao sistema de propulsão dos automóveis. Afinal, desde o seu surgimento, há mais de um século, a gasolina segue sendo o principal combustível dos carros, assim como o motor a combustão interna. Mas a crescente onda ambientalista vem obrigando as fabricantes a desenvolver novas formas de propulsão. Surgiram os veículos movidos a célula de combustível, hidrogênio, elétricos e híbridos (além do brasileiríssimo etanol).

Contudo, a tendência é a de que não exista mais apenas um tipo de motor ou combustível no futuro. A saída será diversificar. De acordo com os especialistas, a próxima grande revolução no mundo dos automóveis pode ser provocada pela eletricidade. Se for uma revolução como a promovida por Carl Benz, que venha logo e seja bem-vinda.

domingo, 9 de janeiro de 2011

F-150 picape mais vendida nos EUA


A picapona, no total, acumulou 528.349 unidades colocadas nas ruas entre a F-150 (foto abaixo), F-250, F-350 e F-450. Em relação à 2009, o aumento em vendas da gama F foi da ordem de 27,7%. Em segundo e terceiro ficaram, respectivamente, a Chevrolet Silverado (outra picape grande com alta de 16,9% e 370.135 unidades emplacadas) e o Toyota Camry, que registrou retração de 8,1% e 327.804 carros comercializados.

É… ao que tudo indica os norte-americanos ainda não estão tão preocupados assim em trocar seus carrões por modelos menores…