domingo, 27 de fevereiro de 2011

MINI Cooper S Countryman ALL 4





Você gosta do MINI Cooper? O compacto com ar inglês tem o poder de cativar muita gente. Com sua agilidade, exclusividade e formatos bastante modernos o pequeno inglês faz jus ao status promovido pela marca (que faz parte do grupo BMW). Mas o que você acharia de um MINI quatro portas com tração integral? O MINI Cooper S Countryman ALL 4 tem tudo isso e um pouco mais.

Tanto no asfalto quanto na terra, o MINI Countryman é um aventureiro corajoso. Seu tamanho pode enganar em um primeiro olhar, massob o capô está um motor 1.6 16V turbo com 184 cv de potência a 5.500 rpm e 26 kgfm de torque no momento que alcança 4.500 rpm. Números expressivos para o pequeno inglês.

A galeria de fotos mostra detalhes do modelo que foi destaque na edição nº 203 da Revista Carro, antes de estrear no Brasil. Agora, o modelo já faz parte da gama dos compactos a venda e nessa configuração, sai por R$ 145.750. Por esse preço, você leva, além do motor 1.6 16V turbo, faróis xênon, sensores de chuva, air bags laterais para cabeça na dianteira e frontais para passageiro e motorista, teto solar, rodas de 18”, porta malas com capacidade de 350 litros e até kit de primeiro socorros, caixa de ferramentas entre outros vários itens. Confira ao lado a galeria com fotos do MINI Cooper S Countryman ALL 4.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,6626,galeria-de-fotos-mini-cooper-s-countryman-all-4

Novo Ecosport chega em 2012


A Revista Carro de março (nº 209) chega às bancas na próxima sexta-feira (25) e exibe novidades quentes que chegarão ao mercado brasileiro. Começamos com a agenda de lançamentos da Ford e as projeções do novo Ecosport, que começará a ser produzido em 2012. Na matéria você também vai coferir os planos que a marca possui para o Fiesta, Novo Fiesta Hatch, Ka e picape Ranger nos próximos anos.
No Super Teste deste mês reunimos Renault Grand Tour, Clio, Chevrolet Classic, Corsa e Astra e Fiat Uno, os seis automóveis com a melhor relação custo-benefício do mercado. Comparamos os fatores mais importantes deste segmento como preço, manutenção, desvalorização, consumo médio, seguro, nível de equipamento, desempenho, entre outros, para apontar a melhor escolha para você.
Para os que gostam de adrenalina, reunimos nada menos que 1.462 cavalos de potência e 174,8 kgfm de torque ao compararmos na pista o Audi RS5, o Mercedes-Benz C63 AMG e o BMW X6 M. Três veículos distintos, mas equipados com motores V8, preços e temperamentos semelhantes. O resultado foi surpreendente.
Nesta edição você também poderá conferir as impressões de dirigir do novíssimo BMW Série 6 Conversível, Chrysler 300, Dodge Challenger 6.4, Peugeot 408, Chevrolet Celta e Prisma com face-lift. A novidade da Chery, o Cielo, também foi avaliado e submetido a um teste comparativo com o Volkswagen Polo e o Fiat Punto. Como você pode ver, bons motivos não faltam para conferir a Carro nº 209. Aproveite!

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,6707,carro-de-mar%C3%A7o-chega-nas-bancas-nesta-sexta

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mercedes-Benz C180 - Geração de entrada R$ 114.900,00






Algumas partes do carro foram substituídas por componentes que prometem consumir menos gasolina. É o caso do jogo de pneus de baixa resistência ao rolamento e das aletas de refrigeração da grade frontal. Os espelhos retrovisores têm desenho mais aerodinâmico e a direção hidráulica funciona apenas quando o volante é movimentado.

Quanto ao desempenho, o C180 CGI tem o mesmo motor do C180 K. A potência também é idêntica (156 cv), mas a montadora afirma que algumas peças do motor foram trocadas por outras mais leves. O resultado é um menor consumo de combustível, registrando 10,1 km/l na cidade e 18,6 km/l em percurso rodoviário.

O C180 CGI BlueEfficiency oferecer 156 cv e 25,5 kgfm em seu motor 1.8 litros, fazendo-o chegar a 225 km/h e ir de 0 a 100 km/h em 9 segundos. Detalhe, o C180 KCS custa só R$2.000 a menos.

O C200 CGI BlueEfficiency tem mesmo motor, mas com 184 cv e 27 kgfm. Este modelo é oferecido em duas versões: Avantgarde (R$149.900) e Sport (R$175.000).

Novo Civic Chega ao Brasil no 2 semestre - sem versão SI para nós




Era difícil imaginar que a Honda pudesse fazer um Civic mais futurista depois do lançamento da oitava geração, em 2007. Deve ser por isso que os engenheiros japoneses decidiram não arriscar no novo Civic, que é praticamente uma evolução de seu antecessor.

O design parece uma atualização da antiga geração, o que está longe de ser uma crítica. Na parte da frente, o para-choque ganhou contornos mais musculosos com a adição de um vinco logo abaixo dos faróis espichados. A grade frontal também foi modificada, embora pareça muito com a peça antiga.

As mudanças mais expressivas foram realizadas na traseira. As antigas lanternas que invadiam a tampa do porta-malas saíram de cena, dando espaço para outras de contornos mais esportivos.

O interior também não teve alterações impactantes. Algumas soluções bastante elogiadas na geração anterior, como o painel de dois andares (um para o velocímetro digital e outro para o conta-giros e as demais funções) e o console central com desenho voltado para o motorista, permaneceram no novo Civic.

A nona geração conta com as carrocerias sedã e cupê, sendo vendida nas versões HF (voltada para economia de combustível), Hybrid (que, como o próprio nome diz, tem propulsão híbrida) e GX (movida a gás natural). Quanto às motorizações, as versões sedã, cupê, HF e GX usam o motor 1.8 i-VTEC, que entrega 142 cv. A transmissão é automática de cinco velocidades e os modelos “ecológicos” são equipados com a tecnologia ECO Assist, que orienta o condutor a dirigir de forma mais econômica. Na versão Hybrid, a propulsão é feita por um 1.5 i-VTEC (111 cv) e baterias de íon-lítio. O modelo pode ser identificado por algumas diferenças estéticas, principalmente na parte dianteira.

Já o esportivo Si – disponível nas carrocerias cupê e sedã – deixa um pouco a preocupação com a natureza de lado e se concentra em satisfazer quem gosta de emoções. O motor 2.4 i-VTEC de quatro cilindros despeja 203 cv no asfalto e a transmissão manual de seis velocidades garante trocas de marcha com precisão.

O novo Civic deve ser fabricado na planta brasileira de Sumaré, localizada no interior de São Paulo. No entanto, ainda não há previsão de quando a novidade desembarca por aqui. Vale ressaltar que o modelo verde e amarelo deve ter diferenças de estilo em relação ao carro apresentado nos EUA.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/carros/lancamentos/honda-civic-619030.shtml#galeria

Yamaha em alta e crescendo!


A Yamaha Motor Co. vendeu em todo o mundo um número de motocicletas 19,2% superior ao que o fizera em 2009. Com isso a marca dos diapasões registrou no último exercício um lucro de 218 milhões de dólares, um resultado expressivo, considerando,principalmente, que em 2009 a marca registrou um prejuízo de 2,6 milhões de dólares.

Em 2010 a Yamaha atingiu a marca de 6.960.000 motocicletas vendidas em todo o mundo, contra 5,84 milhões de unidades vendidas em 2009, o que lhe garantiu um faturamento total de 10,8 bilhões de dólares. A maior parte desse aumento deve ser creditada ao mercado asiático, em especial Indonésia, Vietnã e Tailândia, já que os mercados europeu e norte-americano seguem em queda.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/moto/noticias/yamaha-alta-emergentes-619134.shtml

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Nissan GT-R, um MONSTRO!





Não é sempre que recebemos um carro para um teste de longa duração que seja tão popular com os membros de nossa equipe a ponto de nunca passar uma noite estacionado no escritório. É ainda mais raro que tal carro seja um genuíno supercarro, testado e aprovado como um legítimo aniquilador de Ferrari, Porsche e Lamborghini. Esse foi o caso do nosso Nissan GT-R Premium prateado, o qual desfrutamos, ostentamos e admiramos em cada dia de seu ano de teste.

A popularidade do GT-R é compreensível. Sua linhagem vem de mais de quatro décadas atrás e inclui monstros de tração integral que devoravam a concorrência – daí o apelido de Godzilla. Além disso, a combinação da carroceria futurística e controversa e o hipnótico desempenho desenvolvido em Nürburgring por bem menos de cem mil dólares é de fato excepcional. O corpo do GT-R exala funcionalidade japonesa ao mesmo tempo em que presta homenagem ao mundo natural e a ancestrais famosos.

A maior parte de nossos membros se considera fãs das formas chamativas, que atraíram incontáveis olhares, polegares em riste e gritos de sacadas (é verdade, isso aconteceu). Alguns, no entanto, o acharam muito atarracado para um esportivo de estatura tão magnífica. Independentemente de opiniões, onde quer que rodasse, ele causava uma forte impressão.

Não há como negar que o cupê biturbo de 491 cv é um atleta completo: corpo musculoso, postura e vigor poderosos e moldado especificamente para exercícios físicos constantes. Nós nunca nos cansamos das arrancadas de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos que essa fera despretensiosamente fazia, nem achamos mundanas a inimaginável agilidade da transmissão de seis velocidades e embreagem dupla ou a força surreal dos freios de 15 polegadas saídos das pistas de corrida.

É claro que houve alguns casos amplamente divulgados de quebras da caixa de marchas do GT-R, mas nós não tivemos problema algum com nosso modelo após um ano de direção intensa, incluindo cerca de 40 arrancadas de pé embaixo para testes de aceleração. Permita-nos repetir essa última parte: não tivemos problema algum.

Também nunca nos cansamos de sua personalidade marcante. Dócil como um Sentra quando passeando pela cidade, o GT-R se mostrou domesticado e pacífico quando comandado, sem nenhum dos deméritos esperados de supercarros em termos de civilidade e utilidade. Faça uma redução dupla com a fina borboleta esquerda em magnésio, jogue o GT-R em uma curva fechada e sua ferocidade contida imediatamente se transfere aos quatro enormes Bridgestones. Nenhum outro carro esportivo na faixa de preço do GT-R consegue equiparar suas credenciais de utilidade e desempenho.

Quando não estava enfeitiçando nossa equipe em asfalto sinuoso, nosso Nissan atendeu a compromissos de arrancada com praticamente todos os caros europeus de sangue azul que residiram temporariamente em nossa garagem. (Dê uma olhada na página da Motortrend no YouTube e você entenderá.) Ele até mesmo desafiou o Toyota Lexus LFA 2012 inspirado na Fórmula 1 que custa mais de 400 mil dólares – um duelo de quarto de milha que perdeu por pouco, mas que enfatizou ainda mais o benefício do GT-R pelo custo de 87 mil dólares (cerca de 148 mil reais).

Seu interior espaçoso com revestimento em couro ofereceu conforto e luxo de sobra para nossas necessidades. Dois felizes passageiros (piloto incluso) cabem facilmente, mas espremer três ou quatro pessoas dentro do carro requereu cálculos, flexibilidade e gente de estatura minúscula. A tela multifuncional com suas 11 páginas de mostradores, relógios e medidores entreteve os passageiros e deslumbrou os transeuntes de queixo caído.

A manutenção do GT-R foi tão fácil quanto a do nosso recém-devolvido Máxima, embora a um custo mais elevado. Relativamente falando, as rotineiras trocas de óleo, inspeções, alinhamentos e trocas de filtros foram baratas no mundo dos supercarros. Nossa mais cara manutenção agendada veio na marca das 18 mil milhas (29 mil km); foi durante essa parada que os fluidos da transmissão e dos diferenciais, assim como os filtros de óleo e ar, foram trocados. Nosso cartão foi debitado em US$ 1.483,83 (cerca de R$ 2.500) naquele dia.

Outras paradas agendadas incluíram uma inspeção gratuita e alinhamento das quatro rodas depois de mil milhas (1.600 km) e troca de óleo e inspeção veicular com seis mil milhas (9.600 km) por 236 dólares; com 12 mil milhas (19.200 km) por 237 dólares incluindo a troca do filtro de ar da cabine; 24 mil milhas (38.600 km) por 908 dólares incluindo outro filtro da cabine e líquido do radiador; e com 30 mil milhas (48.300 km) por 735 dólares para troca do filtro de ar do motor e do fluido de freio.

Isso levou o custo total de manutenção a 3.600 dólares (cerca de 6.120 reais). Como rodamos com nosso carro mais forte e por maior distância que a maioria dos proprietários ousaria fazer, nós mastigamos os pneus Bridgestone Potenza RE070R em apenas 25 mil km. Tomando seu lugar nas rodas forjadas Rays de 20 polegadas, entrou um quarteto de pneus Dunlop SP 600 DSST opcionais da fábrica ao modesto custo de 1.650 dólares (R$ 2.800).

Apesar de todos seus fantásticos atributos, sólida confiabilidade e desempenho viciante, o diário do GT-R não ficou sem algumas anotações descontentes. Problemas com a condução dura e a cabine ruidosa formaram a maioria das queixas. Outras disseram respeito à falta de algumas facilidades como faróis com acendimento automático, ajuste de profundidade do volante e som por Bluetooth. E houve também uma questão de freios ruidosos e diferenciais barulhentos. Quando não estavam em suas temperaturas ideais, ambos produziram considerável – mas normal e compreensível – ruído.

E, assim como com a maioria dos carros equipados com embreagem dupla, houve reclamações de partidas trepidantes de semáforos. Após quase 50 mil km, o Nissan GT-R se mostrou uma máquina altamente confiável e suportável caracterizada por um sublime trem de força, dirigibilidade soberba e aceleração de outro mundo. Se algum supercarro pode ser dirigido diariamente sem firulas, é esse – nós o fizemos com sucesso por 13 meses. Ah, se pudéssemos fazer a mesma coisa todo ano.
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI210672-15846,00-NISSAN+GTR+O+GODZILLA+DA+TRACAO+INTEGRAL.html

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Novo Honda Civic 2012 !! Fotos





Novo GOL Vintage


A Volkswagen confirmou nesta sexta-feira (4) uma série especial do Gol chamada Vintage, limitada a apenas 30 unidades. Custando R$ 52.180, a edição especial do hatch conta com pneus 205/45 calçados em rodas de aro 16”, novos adereços visuais e permanece com a motorização 1.6 8V inalterada, capaz de produzir 104 cavalos de potência e 15,6 kgfm de torque.

Conforme revelamos anteriormente, o Gol Vintage possui como destaque o interior revestido em couro tingido nas cores preto e branco, além de apliques na cor branca nos puxadores das portas e manopla do câmbio. O exterior do modelo seguiu a mesma linha com pintura de dois tons. Outra grande diferença do veículo está no sistema de amplificador instalado no porta-malas, no qual pode ser plugado uma guitarra. . Confira a foto da novidade acima.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,6608,vw-confirma-gol-vintage

Nova Ranger Sport 2011




Sem novidades mecânicas e ainda devendo o aguardado motor flex, a Ford oficializou a chegada da linha 2011 da Ranger Sport, já antecipada no fim de 2010 durante o Salão do Automóvel de São Paulo.

A picape, que se diferencia pelo visual de apelo esportivo, agora passa a contar com nova grade e para-choque dianteiro ambos pintados na cor da carroceria, faróis e lanternas escurecidos e rodas de liga leve aro 16” pintadas na cor cinza (London Gray).

Já à venda por R$ 55.990, a Ranger Sport 2011 traz como principais itens de série direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, som com entrada auxiliar e Bluetooth e coluna de direção regulável em altura. Os pneus são do tipo todo-terreno na medida 245/70 R16.
A versão, que representa cerca de 13% das vendas da linha Ranger, algo em torno de 200 unidades/mês, segue impulsionada pelo 2.3 16V Duratec de 150 cv e 22,1 kgfm de torque. Em relação às demais opções da gama, a Ranger Sport é a única a contar com barras estabilizadoras na dianteira e traseira. Além disso, para evitar um deslocamento lateral da caçamba, os amortecedores são fixados externamente às longarinas, configuração denominada outboard shocks. A garantia do modelo é de três anos e a fabricante oferece um pacote de revisões com preço fixo na rede de concessionárias.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,6614,ranger-sport-mais-equipada-na-linha-2011

Ferrari F355 bate em São Paulo


Uma Ferrari F355 se envolveu em um acidente com um Chevrolet Corsa na tarde deste sábado (5) na Marginal Pinheiros (sentido Rodovia Castello Branco), em São Paulo. De acordo com o proprietário do Corsa, que preferiu não se identificar, "ele [a Ferrari] veio muito rápido, muito rápido. Eu nem vi. Ele bateu em mim e saiu rodando. Aí um amigo dele veio e já quis me agredir, dizendo que eu estava ferrado".

Segundo a Polícia Militar, não houve vítimas. O motorista da Ferrari preferiu não falar com a imprensa. De acordo com o dono do Corsa também envolvido na batida, o esportivo italiano pertence à mulher do homem que conduzia o carro no momento da colisão.

A Ferrari F355 tem valor de mercado em torno de R$ 300.000.

Fonte:http://carroonline.terra.com.br/noticia,645,ferrari-bate-na-marginal-pinheiros