O modelo chega ao Brasil em seis versões. Veja os preços:
March 1.0 -- R$ 27.790; com pacote Plus, R$ 28.490; pacote Conforto, R$ 31.990
March 1.0 S -- R$ 33.390
March 1.6 S -- R$ 35.890
March 1.6 SV – R$ 37.990
March 1.6 SR -- R$ 39.990
O March, conhecido por Micra em diversos países, está em sua segunda geração e é um carro pensado para custar pouco. É a escolha da Nissan para atender a demanda de consumidores de países emergentes, como Brasil, México, Rússia, Índia e China. Para o March, ser barato, entretanto, não significa ser pobre. E não será surpresa se a publicidade do modelo no país seguir por essa linha, mirando no principal ponto fraco dos concorrentes: o nível de equipamentos.
A lista de equipamentos do March 1.0 básico já inclui airbag, ar quente, computador de bordo, conta-giros e banco com regulagem de altura. Nas versões superiores, ele tem ar-condicionado e direção elétrica. São itens suficientes para ir contra o dicionário automotivo brasileiro que coloca as palavras "popular" e "pelado" como sinônimos. No entanto, o March chega ao mercado brasileiro ainda sem ABS (antitravamento nos freios) em todas as versões.
A gama de motores aproveita-se da parceria entre Nissan e Renault. O 1.0 16V é o mesmo utilizado pela marca francesa em seus carros mais baratos; é bicombustível e rende 74 cv (etanol/gasolina) a 5.850 rpm, com torque de 10 kgfm a 4.350 rpm. Já o 1.6 é exclusivo do March e rende 111 cv a 5.600 giros, com torque de 15,1 kgfm a 4.000 giros. Com eles, o carrinho vai a 167 km/h e 191 km/h, respectivamente (e segundo a Nissan).
Fonte: http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/09/22/nissan-march-enche-a-boca-para-se-dizer-popular-e-parte-de-r-27790.jhtm
sábado, 24 de setembro de 2011
" Arrecadação em alta "
Carsale - De acordo com dados divulgados pela Receita Federal nesta sexta-feira (23), a carga tributária do Brasil cresceu em 2010 puxada por uma maior arrecadação de impostos. Os números do ano passado representam 33,56% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 33,14% do PIB registrado no período anterior. A arrecadação bruta de tributos no ano passado ficou em R$ 1,233 trilhão, R$ 178 bilhões superior ao valor do ano anterior. E os números para 2011 devem ser ainda maiores. A estimativa da Receita é que a arrecadação cresça este ano entre 11% e 11,5% em termos reais.
A constatação destes números astronômicos vai a favor da argumentação de consultores e entidades envolvidas com o novo decreto divulgado pelo Governo Federal, na semana passada, que determinou o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, já que em 2010 a carga tributária cresceu devido ao aumento de alíquotas de tributos que incidem no mercado financeiro. Nesse caso, o IPI, junto com o Confins e o IOF, é um dos principais responsáveis pelo cenário, principalmente porque, nesse período, houve o fim dos benefícios que envolviam a tributação para móveis, linha branca e automóveis.
Para se ter uma ideia, em relação a 2009, a arrecadação via Cofins e IPI cresceu 0,14 ponto percentual cada um em relação ao Produto Interno Bruto. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cresceu 0,12 ponto percentual. Na contramão, o Imposto de Renda (IR) registrou queda de 0,23 ponto percentual e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), caiu 0,13.
Números complicados, mas que deixam claro a política de aumento de tributos por parte do governo. Algo que, no caso específico do setor automotivo e das novas regras para produtos importados, vai na contramão de diretrizes mais voltadas para o incentivo da concorrência de mercado, define o consultor Paulo Garbosa. “Neste momento, o ideal era caminhar para uma política de incentivo à produção, mais voltada para o aumento da exportação. Quando você mantém uma alíquota alta e aumenta o imposto para as importadoras, gera um sentimento protecionista. Assim, há mais respaldo para as empresas que investem no país, mas afasta novos recursos de fora e reduz a possibilidade de crescimento nas vendas para o exterior”, define Garbossa.
Dois lados opostos
Durante os últimos encontros que debateram o aumento do IPI, os representantes da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) demonstraram posicionamentos opostos, algo natural para a situação. O presidente da Abeiva e da Kia Motors, José Luiz Gandini, e o presidente da chinesa JAC Motors, Sérgio Habib, deixaram claro que o problema não é incentivar a indústria nacional, mas utilizar do aumento de impostos para realizar tal tarefa.
“O problema é mexer na regra do jogo, com ele em andamento. Ainda mais, alterando valores de arrecadação de impostos que já são expressivos nos últimos governos. Há outras formas de incentivar a indústria, sem prejudicar as demais empresas que estão investindo no país”, disse Sergio Habib.
Já o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, acredita que tal medida é dura e prejudica todos os envolvidos. Mas, algo teria que ser feito para mudar o cenário econômico do setor automotivo. “A balança comercial brasileira nos últimos cinco anos vem registrando queda acentuada. O setor automotivo representa 60% desta baixa. Algo teria que ser feito, mesmo que atingindo questões tão polêmicas como aumento de impostos”, disse Belini.
Fonte: http://carsale.uol.com.br/Novosite/revista/noticias/materia.asp?idnoticia=8055
A constatação destes números astronômicos vai a favor da argumentação de consultores e entidades envolvidas com o novo decreto divulgado pelo Governo Federal, na semana passada, que determinou o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, já que em 2010 a carga tributária cresceu devido ao aumento de alíquotas de tributos que incidem no mercado financeiro. Nesse caso, o IPI, junto com o Confins e o IOF, é um dos principais responsáveis pelo cenário, principalmente porque, nesse período, houve o fim dos benefícios que envolviam a tributação para móveis, linha branca e automóveis.
Para se ter uma ideia, em relação a 2009, a arrecadação via Cofins e IPI cresceu 0,14 ponto percentual cada um em relação ao Produto Interno Bruto. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cresceu 0,12 ponto percentual. Na contramão, o Imposto de Renda (IR) registrou queda de 0,23 ponto percentual e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), caiu 0,13.
Números complicados, mas que deixam claro a política de aumento de tributos por parte do governo. Algo que, no caso específico do setor automotivo e das novas regras para produtos importados, vai na contramão de diretrizes mais voltadas para o incentivo da concorrência de mercado, define o consultor Paulo Garbosa. “Neste momento, o ideal era caminhar para uma política de incentivo à produção, mais voltada para o aumento da exportação. Quando você mantém uma alíquota alta e aumenta o imposto para as importadoras, gera um sentimento protecionista. Assim, há mais respaldo para as empresas que investem no país, mas afasta novos recursos de fora e reduz a possibilidade de crescimento nas vendas para o exterior”, define Garbossa.
Dois lados opostos
Durante os últimos encontros que debateram o aumento do IPI, os representantes da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) demonstraram posicionamentos opostos, algo natural para a situação. O presidente da Abeiva e da Kia Motors, José Luiz Gandini, e o presidente da chinesa JAC Motors, Sérgio Habib, deixaram claro que o problema não é incentivar a indústria nacional, mas utilizar do aumento de impostos para realizar tal tarefa.
“O problema é mexer na regra do jogo, com ele em andamento. Ainda mais, alterando valores de arrecadação de impostos que já são expressivos nos últimos governos. Há outras formas de incentivar a indústria, sem prejudicar as demais empresas que estão investindo no país”, disse Sergio Habib.
Já o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, acredita que tal medida é dura e prejudica todos os envolvidos. Mas, algo teria que ser feito para mudar o cenário econômico do setor automotivo. “A balança comercial brasileira nos últimos cinco anos vem registrando queda acentuada. O setor automotivo representa 60% desta baixa. Algo teria que ser feito, mesmo que atingindo questões tão polêmicas como aumento de impostos”, disse Belini.
Fonte: http://carsale.uol.com.br/Novosite/revista/noticias/materia.asp?idnoticia=8055
JAC continua com projeto de fábrica no Brasil
A Carro Online apurou nesta sexta-feira (23) que a JAC continua com a pretensão de construir uma fábrica no Brasil. A assessoria da marca confirma que, da maneira que o decreto sobre a alta do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) está redigido, a construção da planta fica inviável. Porém, os planos da fábrica permanecem, principalmente porque a fabricante ainda acredita em um acordo com o governo.
A JAC ainda acrescenta que a definição do local onde será construída a fábrica sairá até o fim de novembro. A assessoria de imprensa da JAC também garantiu à Carro Online que não pretende entrar com uma liminar contra o governo, ao contrário do que fez a Chery. Segundo informações, a JAC ainda acredita em um acordo pacífico sobre a regularização do IPI para carros importados.
Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,7701,jac-mant%C3%A9m-plano-de-f%C3%A1brica-no-brasil
A JAC ainda acrescenta que a definição do local onde será construída a fábrica sairá até o fim de novembro. A assessoria de imprensa da JAC também garantiu à Carro Online que não pretende entrar com uma liminar contra o governo, ao contrário do que fez a Chery. Segundo informações, a JAC ainda acredita em um acordo pacífico sobre a regularização do IPI para carros importados.
Fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,7701,jac-mant%C3%A9m-plano-de-f%C3%A1brica-no-brasil
Novo Troller Desert Storm, série especial, chega em 2012
A Troller apresentou nesta sexta-feira (23) a série especial Desert Storm do modelo T4. A versão é uma customização que será oferecida na linha 2012 e custa R$ 96.900. O motor é o 3.0 turbodiesel com 163 cv e sua carroceria é feita de fibra de vidro. ”Produzimos 45 unidades e 25 já estão vendidas. A proposta de customização foi bem aceita pelo público”, explica Carla Freire, supervisora de marketing da Troller.
A cor Bege Atacama com acabamento fosco é usada para camuflar automóveis de guerra em áreas desérticas e foi utilizada no Troller Desert Storm. Além da cor, os bancos são camuflados com cores utilizadas em veículos militares. O modelo vem com snorkel, guincho com capacidade para 4,3 t, para-choques off-road, protetores de lanternas, capa de estepe e adesivos que remetem às dunas. As rodas são de alumínio aro 15".
Segundo a supervisora de marketing, caso fosse montado separadamente, o pacote custaria R$ 10.490, e, na série especial, os equipamentos custam R$ 3.673. A análise de mídias sociais em que a marca está presente e as propostas dos consumidores levaram a Troller a aderir à onda da customização direto da fábrica, mesmo em poucas unidades, por enquanto.
Fonte: http://carroonline.terra.com.br
A cor Bege Atacama com acabamento fosco é usada para camuflar automóveis de guerra em áreas desérticas e foi utilizada no Troller Desert Storm. Além da cor, os bancos são camuflados com cores utilizadas em veículos militares. O modelo vem com snorkel, guincho com capacidade para 4,3 t, para-choques off-road, protetores de lanternas, capa de estepe e adesivos que remetem às dunas. As rodas são de alumínio aro 15".
Segundo a supervisora de marketing, caso fosse montado separadamente, o pacote custaria R$ 10.490, e, na série especial, os equipamentos custam R$ 3.673. A análise de mídias sociais em que a marca está presente e as propostas dos consumidores levaram a Troller a aderir à onda da customização direto da fábrica, mesmo em poucas unidades, por enquanto.
Fonte: http://carroonline.terra.com.br
domingo, 18 de setembro de 2011
Aumento de IPI para marcas Chinesas é protecionismos segundo Abeiva
O presidente da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), José Luiz Gandini, afirmou em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira que o aumento do IPI em veículos importados representa uma atitude de protecionismo às montadoras locais, já que o segmento detém apenas uma fatia de 3,3% do mercado nacional.
Gandini salientou que a importação também gera empregos e movimenta a economia no país. “A atividade de importação também é responsável por 35 mil empregos diretos de brasileiros, com investimentos de empresários que acreditam no setor de distribuição dos importados”, disse o executivo.
De acordo com Gandini, uma carta aberta será enviada à presidente Dilma Rousseff com o objetivo de tentar reverter a medida imposta pelo governo que, segundo ele, é inconstitucional, uma vez que a ação passa a valer a partir desta sexta-feira (16) e são precisos 90 dias para a medida entrar em vigor.
Sergio Habib, presidente da JAC Motors, uma das empresas afetadas pela medida, salientou que as empresas chinesas não estão invadindo o Brasil e ressaltou que, com as medidas impostas, é inviável uma fábrica neste momento.
“O que segura o preço é a concorrência. Nossa fábrica no Brasil, prevista para entrar em funcionamento em 2014, empregará 3.500 funcionários. Geramos 10 mil empregos para vender uma produção de 100 mil carros”, explicou.
Gandini salientou que a importação também gera empregos e movimenta a economia no país. “A atividade de importação também é responsável por 35 mil empregos diretos de brasileiros, com investimentos de empresários que acreditam no setor de distribuição dos importados”, disse o executivo.
De acordo com Gandini, uma carta aberta será enviada à presidente Dilma Rousseff com o objetivo de tentar reverter a medida imposta pelo governo que, segundo ele, é inconstitucional, uma vez que a ação passa a valer a partir desta sexta-feira (16) e são precisos 90 dias para a medida entrar em vigor.
Sergio Habib, presidente da JAC Motors, uma das empresas afetadas pela medida, salientou que as empresas chinesas não estão invadindo o Brasil e ressaltou que, com as medidas impostas, é inviável uma fábrica neste momento.
“O que segura o preço é a concorrência. Nossa fábrica no Brasil, prevista para entrar em funcionamento em 2014, empregará 3.500 funcionários. Geramos 10 mil empregos para vender uma produção de 100 mil carros”, explicou.
Fonte: Revista Quatro Rodas
http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/aumento-ipi-abeiva-diz-enviara-carta-presidente-dilma-302578_p.shtml
Novo Sandero 2012 automatico - R$ 43.900


A Renault lança no mercado o novo Sandero 2012 da versão Privilège automatica. O preço sugerido é de R$ 43.900 . A versão vem com o motor 1.6 de 16v. O câmbio conta com 4 marchas autoadaptável com ajustes eletrônicos, seguindo a forma de dirigir do motorista.
O motor tem o desempenho já conhecido de 107cv com gasolina e 112cv no álcool. O consumo deve subir de 10% a 15% devido ao câmbio.
Mesmo com o câmbio sendo de 4 marchas, contra os de 5 mais atuais, podemos concluir que é uma boa escolha para quem gosta de carro automatico e um bom conforto no transito que enfrentamos.
Equipe TUDO SOBRE CARRO
domingo, 11 de setembro de 2011
Fiat Freemont encara Peugeot 3008

Veja a comparação no site:
http://carsale.uol.com.br/novosite/revista/avaliacao/materia.asp?idnoticia=7963
Att.,
Equipe TUDO SOBRE CARRO
Alfa Romeo 4C
Adotando completamente a moda do downsizing, o 4C ganhou turbina e injeção direta no motor 1750 Tbi do hothatch Giulietta, montado transversalmente atrás dos bancos. Ele produz 232 cv e 34,7 kgfm no hatch, o que deve ser bom o suficiente para 4,5 s para ir de 0 a 100 km/h e registrar máxima de 265 km/h com seus 850 kg. O câmbio TCT homologado para 35,6 kgfm significa que não deverá haver grandes modificações no motor.
FICHA TÉCNICA
à venda: Final de 2012 (na Europa)
Motor: 4 cil. Turbo 1.742 cc 16V, 232 cv @ 5.500 rpm,
34,7 kgfm @ 1.900 rpm
Transmissão: Seis marchas embreagem dupla, tração traseira
Suspensão: Estrutura estilo triângulos duplos dianteira, MacPherson traseira
Peso/material: 850 kg/fibra de carbono, alumínio, plástico
Compr./larg./alt.: 4.000/1.800/1.250mm
Desempenho: 0 a 100 km/h 4,8 s, 250 km/h, 160g CO2/km, 17 km/l (valores estimados)
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Vem a PLUTUS 3.2 Diesel por R$ 50 mil
Vem chegando ao mercado mais um novo "negócio da china"! A PLUTUS da Effa Motors.
Chegando no final de 2011 a inicio de março de 2012, vem para desbancar o seguimento das picapes médias.
Concorrendo com a Chevrolet S10 e Ford Ranger, a PLUTUS vem com um motor 3.2 Diesel de 103cv de tração traseira. De série trás: ar condicionado com comandos digital, direção hidráulica, freios ABS, vidros e travas elétricas, retrovisores com regulagem elétrica, CD Player, bancos de couro e rodas liga leve de Aro 17. Segundo a Effa Motors em breve chegará também na versão 4x4.
O seu motor de 4 cilindros 3.2 litros 8V turbodiesel ainda fica abaixo dos rivais. Ele desenvolve 103 cv a 3.200 rpm e 25 kgfm de torque a partir de 2.000 rpm, mesmo assim, a PLUTUS será o primeiro veículo chinês com propulsor diesel à venda no mercado nacional. O câmbio manual é de 5 marchas e com tração 4x2, como já dito, será a primeira opção de transmissão para o modelo aqui no Brasil. A caçamba carrega até 1.050 kg.
Já no mercado de automoveis do Uruguai a um ano, a PLUTUS tem boa aprovação e a verdade é que ela não deve nada em desing e conforto para os concorrentes. É ... eles (as montadoras tradicionais) terão que aguentar a movimentaçãoque estar por vir as ruas, já que o preço sugerido vai de entre 50 a 60 mil reais o que é fantastico!!!
Chegando no final de 2011 a inicio de março de 2012, vem para desbancar o seguimento das picapes médias.
Concorrendo com a Chevrolet S10 e Ford Ranger, a PLUTUS vem com um motor 3.2 Diesel de 103cv de tração traseira. De série trás: ar condicionado com comandos digital, direção hidráulica, freios ABS, vidros e travas elétricas, retrovisores com regulagem elétrica, CD Player, bancos de couro e rodas liga leve de Aro 17. Segundo a Effa Motors em breve chegará também na versão 4x4.
O seu motor de 4 cilindros 3.2 litros 8V turbodiesel ainda fica abaixo dos rivais. Ele desenvolve 103 cv a 3.200 rpm e 25 kgfm de torque a partir de 2.000 rpm, mesmo assim, a PLUTUS será o primeiro veículo chinês com propulsor diesel à venda no mercado nacional. O câmbio manual é de 5 marchas e com tração 4x2, como já dito, será a primeira opção de transmissão para o modelo aqui no Brasil. A caçamba carrega até 1.050 kg.
Já no mercado de automoveis do Uruguai a um ano, a PLUTUS tem boa aprovação e a verdade é que ela não deve nada em desing e conforto para os concorrentes. É ... eles (as montadoras tradicionais) terão que aguentar a movimentaçãoque estar por vir as ruas, já que o preço sugerido vai de entre 50 a 60 mil reais o que é fantastico!!!
Chevrolet Cruze chega por R$ 66 mil


A General Motors faz os últimos acertos para seu lançamento mais importante do ano: o sedã Chevrolet Cruze, substituto do Vectra, será apresentado à imprensa automotiva brasileira entre os dias 9 e 12, na Alemanha -- conforme UOL Carros adiantou em julho, a marca vai aproveitar a presença de jornalistas que vão ao país cobrir o Salão de Frankfurt. A novidade, porém, é que o carro já está na rede de concessionárias pelo Brasil e pode ser encomendado por preços entre R$ 79.600 e R$ 83.700. Há ainda um catálogo mais em conta, partindo de R$ 66 mil, que só deve aparecer nos pátios mais tarde, após a chegada oficial.
Disposta a bater de frente com as japonesas Honda e Toyota, a alemã Volkswagen e, agora, com a coreana Hyundai nesse importante segmento, a Chevrolet resolveu adiantar a remessa das unidades mais caras (mais vistosas, equipadas e, por isso, chamativas) às lojas. Segundo UOL Carros apurou, boa parte das revendas já conta com a versão top do sedã, a LTZ com motor de 1,8 litro, 16 válvulas, bicombustível, de 144 cavalos de potência com etanol, gerenciado por câmbio automático de seis marchas, para pronta entrega. Nesse primeiro momento, há apenas duas cores disponíveis: preta e branca.
Nessa configuração, o carro conta com trio elétrico, direção assistida, seis airbags, bancos de couro, central multimídia e rodas aro 17 polegadas, entre outros itens. Com pintura branca, sai por R$ 82.700, subindo para R$ 83.700 na cor preta. Os valores podem ser considerados elevados, embora dentro do praticado por alguns rivais.
Fonte: http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/09/05/chevrolet-cruze-ja-esta-nas-lojas-em-versao-mais-cara-de-r-83700.jhtm
Assinar:
Postagens (Atom)












































