quinta-feira, 30 de setembro de 2010

1200PS Bugatti Veyron 16.4 Super Sport Topspeed:434kmh+

Bugatti Veyron Super Sport-The fastest car in world

2011 Bugatti Veyron 16.4 Super Sport

Bugatti Super Sport - o mais rapido do mundo !


O Bugatti Veyron Super Sport é o carro de série mais rápido de todos os tempos (até agora). Mas se a pintura preta e laranja do lançamento do carro não agradou muito, acabaram de apresentar este estonteante azul translúcido. Agora sim a cor certa.

Em vez daqueles detalhes laranja "sou-um-novo-rico", um azul sutil para combinar com a casa de campo em Hampton. Se você está ansioso, pode pegar um com Charles, ali na autorizada Bugatti. Apenas 2,4 milhões de dólares.

domingo, 26 de setembro de 2010

Nova Montana com a cara do Agile




A Chevrolet divulgou neste domingo (26) os preços e informações da nova Montana. A picape leve, derivada da mesma plataforma utilizada no Agile, chamada Viva, custará R$ 31.900 na versão básica (LS) e R$ 44.090 na opção top de linha (Sport).

A Montana LS possui como principais itens de série protetor de caçamba e banco do motorista com regulagem de altura. A configuração básica pode ser equipada com três pacotes que custarão R$ 34.435, R$ 37.653 e R$ 39.933 (os detalhes de equipamentos de cada série ainda não foram detalhados). A expectativa é vender 3.500 carros por mês.

Já a versão Sport não possui opcionais e oferece, de série, ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS, airbag duplo, controlador de velocidade de cruzeiro, vidros, travas e retrovisores elétricos, rodas de liga leve aro 15”, sensor crepuscular, alarme, som com MP3 Player e Bluetooth e faróis auxiliares.

Além do custo/benefício, a Chevrolet aposta na área de cargas de sua novidade, que, com 1.100 litros, é capaz de transportar até 758 kg de carga. Como novidade, a nova Montana também rebate completamente o encosto do banco do passageiro, ampliando a área da 164 litros atrás dos bancos.

A picape é equipada com motor 1.4 8V flex capaz de desenvolver 97 cv de potência a 6.000 rpm e 13,2 kgfm de torque a 3.200 rpm com gasolna. Abastecida com etanol, a picape oferece 102 cv e 13,5 kgfm nas mesmas rotações.

Fonte: http://www.carroonline.net/index.asp?codc=5938

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Na estrada com os motores Fiat E.torQ


A Fiat realizou nesta sexta-feira (17) o E.torQ Day, evento de exibição e testes de seus novos motores 1.6 e 1.8, ambos 16V, fornecidos pela FPT Powertrain Technologies. Durante o evento, a marca exibiu todos os modelos que contam com a novidade: Punto, Doblò, Palio, Siena, Strada, Idea e Linea. A ordem dos veículos segue a linha cronológicas da implementação dos novos propulsores.

A marca italiana afirma que os motores E.torQ contam com diversas tecnologias para se tornarem leves e disponibilizarem boa força em baixas rotações sem deixar de fornecer rendimento suficiente em alto giro. Entre os aparatos tecnológicos da novidade, a empresa destaca o novo coletor de admissão de plástico, bielas fraturadas, borboleta de aceleração eletrônica e comando de válvulas com acionamento por corrente, entre outros componentes não menos importantes.

A aula de explicações técnicas, todavia, não foi capaz de provar a eficiência do novo conjunto. Por isso, caímos na estrada para ver na prática o comportamento do E.torQ. Na versão 1.6 16V, o bloco produz 117 cavalos de potência a 5.500 rpm e 16,8 kgfm de força a 4.500 rpm com etanol e 115 cv e 16,2 kgfm com gasolina nas mesmas rotações. Já a configuração 1.8 16V gera 132 cv de potência a 5.250 rpm e 18,9 kgfm de força a 4.500 rpm com etanol (130 cv e 18,4 kgfm com gasolina nas mesmas rotações).

Confira abaixo as impressões ao dirigir dos modelos com os novos motores.

Palio e Siena 1.6 16V

Tanto o Palio quanto o Siena 1.6 16V demonstraram bom comportamento com a nova motorização, que substitui o antigo propulsor 1.8 fornecido pela parceria entre Fiat e GM. A principal característica notada nos dois modelos, tanto na versão manual quanto na automatizada, é o baixo nível de vibração e aspereza durante o funcionamento.

O propulsor sobe de giro quase sem se fazer notar e funciona com disposição entre médias e altas rotações. Mas no uso urbano, que prima pela força desde baixas rotações, os dois modelos apresentaram desempenho mediano. Não decepcionaram, mas era esperada maior disposição do propulsor nessa situação, já que a Fiat anuncia que 80% da força máxima (13,4 kgfm de torque, no caso) está disponível a apenas 1.500 rpm.

De acordo com Carlos Henrique Ferreira, engenheiro e assessor técnico da Fiat, todos os veículos que incorporaram o E.torQ receberam alterações nas relações de marcha do câmbio e leves ajustes na suspensão.

Infelizmente, o reajuste no sistema de amortecimento não alterou as características originais de Palio e Siena, que, apesar de serem estáveis para uso comum, adernam para os lados em mudanças de direção de emergência, especialmente no caso do hatch. Todavia, os dois oferecem conforto ao rodar, mesmo em estradas mal pavimentadas.

Fiat Strada Adventure e Palio Adventure 1.8 16V

Tanto a perua quando a picape leve, na versão aventureira com motor 1.8 16V, foram avaliadas com câmbio manual e automatizado. Elas demonstraram comportamento melhor do que quando equipadas com o antigo 1.8 8V, com maior suavidade do motor ao rodar, além de boa disposição para retomar velocidade em função da nova relação de marchas.

Nos trajetos sinuosos em que o test drive foi realizado, a Fiat Strada Adventure manteve-se em 5ª marcha e não necessitou de reduções, mesmo trafegando com dois ocupantes. O comportamento demonstra bom casamento entre o motor e a relação do câmbio. No quesito dirigibilidade, os dois Adventure testados permanecem inalterados.

Linea 1.8 16V

O bom rendimento do 1.8 16V foi ofuscado pelos 1.315 kg da versão manual do Linea, que chega a registrar 1.325 kg na balança quando equipado com o Dualogic. O motor demora para acordar em baixas rotações e nem sempre o motorista tem o tempo (ou a paciência) para esperar que uma marcha seja esticada a altos giros para que o modelo se movimentar com agilidade.

O Linea possui desempenho justo com o E.torQ, mas o motorista acaba sentido falta de mais de força, especialmente nas arrancadas. Além disso, o sedã da marca italiana permanece com boa dirigibilidade, posição de dirigir privilegiada e freios eficientes.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5893

Porsche Cayenne S 2010




É difícil acreditar, mas a Porsche, com seus carros caríssimos, lidera um segmento de automóveis no Brasil: o nicho dos exclusivos SUV premium com o Cayenne. Nascido em 2002, somente neste ano o veículo passou por sua primeira metamorfose de corpo inteiro para continuar firme na briga contra máquinas fora-de-estrada de alto padrão como Audi Q7, BMW X5, Land Rover Range Rover, VW Touareg e companhia. Somente no país, ganharam as ruas mais de 1.800 exemplares desde sua estreia.

“É um volume avassalador para o segmento”, comemora Marcel Visconde, diretor da representante oficial da Porsche por aqui. E para seguir à frente do ramo, a marca já tem no Brasil a nova geração do Cayenne. Na versão S, que tivemos acesso a convite da empresa, o modelo traz o motor 4.8 V8 com injeção direta de gasolina, 400 cavalos de potência e 51 kgfm de torque à disposição para levá-lo a qualquer lugar em alta velocidade e com extremo conforto, seja a pista pavimentada ou a de terra.

O Cayenne S na versão para o mercado nacional custa R$ 379.000. E trata-se do modelo de “entrada”, ao menos por enquanto. “O novo Cayenne V6 chega depois do Salão de São Paulo”, prometeu Visconde. Quem for mais ousado e tiver mais cacife pode levar o top Cayenne Turbo, um belo "monstro" com 500 cv e preço tabelado de R$ 555.000. Mas vamos nos concentrar na versão com “apenas” 400 cv.

Quem antes arriscava dizer que o Cayenne era feio, agora deve fazer ressalvas. O novo modelo tem mais cara de Porsche, por assim dizer. A frente ficou mais baixa e os faróis mais estreitados, como no 911. Visto de trás, percebe-se um acentuamento na forma ovalada da coluna C, dando ao jipão um “quê” de cupê. A impressão, com essa reforma na traseira, é que o carro ficou menor. Ledo engano. Ele é maior. Em relação à primeira geração, o carro da vez é 5 cm mais comprido com seus 4,84 m.

A parte interna também muda radicalmente e herda muita coisa do Panamera. Do cupê 4 portas vem o painel central com uma porção de botões para controles individuais de climatização e diferentes sistemas do carro. Outra novidade no Cayenne é o painel clássico da marca, com o conta-giros no centro e um relógio digital que permite acesso às variadas funções do computador de bordo. Os bancos dianteiros revestidos de couro possuem ajuste elétrico preciso e o acabamento à frente do motorista pode ter varias opções de decoração de tecido, plásticos laqueados, madeira ou até mesmo aço escovado. Seguindo ainda a linha de ser “mais Porsche” , o Cayenne S adotou um volante menor de ótima pegada e com comandos de mudança de marcha. É uma cabine que exala luxo e agora traz um teor maior ainda de esportividade.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5892

Jeep e novo Viper 2012


Mais novidades emergem da recente reunião promovida entre a Chrysler e grande parte de sua rede de concessionários nos EUA. Segundo uma fonte que participou do encontro ouvida pelo Automotive News, o grupo Chrysler revelou aos empresários uma nova geração do Viper, como modelo 2012, além de uma inédita picape para a marca Jeep.

Além disso, os revendedores foram informados de planos para um transmissão automática de 9 marchas destinada a veículos com tração dianteira que será lançada após a chegada ao mercado de uma caixa de 8 velocidades para automóveis com tração traseira prevista para 2012. Ambas também poderão se adaptar a carro com tração integral e híbridos.
Segundo a fonte ouvida pelo boletim norte-americano, o design do Viper conceitual é muito semelhante ao do Alfa Romeo 8C Competizione, modelo italiano que chegou a ser oferecido em algumas lojas da Maserati nos Estados Unidos. Já a linha Jeep, por sua vez, não possuía uma picape desde a Comanche, produzida na década de 1990. Em 2005, a fabricante resolveu investir na ideia com o conceito no Salão de Detroit, mas apenas para análise do mercado.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5888

Citroën divulga vídeo do Survolt



A Citroën divulgou nesta quinta-feira (23) um vídeo promocional de seu esportivo elétrico conceitual, o Survolt, trafegando em um circuito ao lado de uma motocicleta também elétrica, a Agni Z2. As imagens, que sugerem esportividade sem emissão de poluentes, contam com a presença de Vanina Ickx, piloto da Série Le Mans e filha do piloto de F1 Jack Ickx, e Jenny Tinmouth, representante da categoria Tourist Trophy de motocicleta elétrica.

O modelo da Citroën possui carroceria de fibra de carbono, chassi tubular e dois propulsores elétricos que totalizam 300 cavalos de potência entre 0 e 5.000 rpm. Segundo a marca, o Survolt acelera do 0 aos 100 km/h em aproximadamente 5s0, atinge a velocidade máxima de 260 km/h e percorre, aproximadamente, 200 km com uma carga.

Embora permaneça em segundo plano, a Agni Z2 tem motor elétrico de 65 cv, potência suficiente para acelerá-la da imobilidade aos 100 km/h em 3s5 e levá-la a 209 km/h. Confira abaixo as tomadas realizadas pela marca francesa e as fotos da “competição” acima.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Novo Honda City DX parte de R$ 55.420


A Honda introduziu nesta terça-feira (21) uma nova versão do City chamada DX. A novidade chega como a configuração básica do modelo. Com o motor 1.5 16V bicombustível das demais versões, o modelo perdeu sistema de som, porta revista atrás dos bancos dianteiros e custará R$ 55.420 na versão manual e R$ 59.300 na configuração automática.

Fora essas alterações, o City continua oferecendo os mesmos itens de série da configuração LX, como ar-condicionado, direção com assistência elétrica, airbag frontal para motorista e passageiro, banco do motorista com regulagem de altura, bancos traseiros bipartidos, desembaçador do vidro traseiro, travas e vidros elétricos.

O propulsor do modelo produz 115 cavalos de potência com gasolina e 116 cv quando abastecido com etanol. O torque máximo é de 14,8 kgfm com os dois combustíveis. Os preços das demais versões do modelo são R$ 57.420 (LX manual), R$ 61.300 (LX automática), R$ 62.975 (EX manual), R$ 66.855 (EX automática), R$ 66.780 (EXL manual) e R$ 72.625 (EXL automática).

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5910

Gol Rallye




Nas contas da Volkswagen, a versão Rallye, que também marcou presença nos Gol G3 e G4, responderá por cerca de 0,5% do mix de vendas do hatch, algo em torno de 8.400 carros por ano. É pouco perto da magnitude do número total de emplacamentos do modelo campeão da Volks, que em 2009 vendeu mais de 300.000 unidades. Mas a intenção é justamente essa. Afinal, trata-se de uma série exclusiva.

E por que não CrossGol? “O Gol Rallye tem o DNA Cross da Volkswagen, mas por se tratar de um veículo dinamicamente mais esportivo optamos por retomar a série Rallye”, explicou Henrique Sampaio, gerente de marketing e vendas da VW do Brasil. De fato, o Gol Rallye visto de frente é exatamente igual à SaveiroCross. Já as molduras de caixa de rodas e o detalhe superior no para-choque remetem ao CrossFox.

Associado ao visual especial vem uma lista de itens que poderia ser mais recheada para um carro de mais de R$ 40.000. De fábrica, o Gol Rallye traz sensores de estacionamento, direção hidráulica, computador de bordo, luz de neblina, rodas de liga leve aro 15” e 6 alto-falantes, entre outros itens que deveriam ser básicos, mas não são, como conta-giros e desembaçador do vidro traseiro.

Ficaram faltando alguns itens importantes, não? Pois é. Ar-condicionado e freios ABS (antitravamento das rodas), assim como airbags e rádio, são opcionais do Gol Rallye (a VW ainda não divulgou os valores desses equipamentos). A versão I-Motion, com câmbio automatizado, sai por R$ 43.030, ou R$ 2.660 a mais que o modelo com caixa de marchas manual. A marca argumenta a favor de seu produto com a suspensão 28 mm mais alta e ligeiramente mais firme, detalhes que dinamicamente mudam pouco o comportamento carro (confira os números de nosso teste acima).

O interior do Gol Rallye também é customizado de fábrica. A ilha central do painel tem cor diferente do restante do conjunto, ao passo que os bancos e partes internas das portas ganharam tecido exclusivo da série. Como detalhe final na cabine, a versão traz uma rede para melhor acomodação de pequenos objetos soltos no porta-malas.

“O foco do Gol Rallye sempre foi o público jovem”, afirma Sampaio. Realmente é um carro bem resolvido em sua proposta e que deve atrair a curiosidade pelas ruas e de quem busca um carro simples, mas diferenciado. Porém, neste caso o preço da exclusividade é caro.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5901

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cherokee Sport agora é Limited






nome Cherokee é quase uma grife no Brasil. O jipão foi aclamado pela classe média alta e passou a ser símbolo de carro de jogador de futebol nos anos 90, mas acabou caindo no ostracismo. Este modelo, porém, é o Grand Cherokee, que terá sua nova geração apresentada aos brasileiros no Salão do Automóvel, a partir de 27 de outubro.

Enquanto isso, a versão Sport, aqui avaliada, segue firme. Menor e mais simples, o Cherokee de entrada ganhou uma opção mais completa no Brasil: trata-se da Limited, que traz bancos de couro, teto solar (itens ausentes no Cherokee Sport mais barato, que custa R$ 117.900) e rodas de 17” (16” no outro pacote).

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5852

domingo, 12 de setembro de 2010

Fenabrave "cutuca" montadoras

São Paulo - O presidente da Fenabrave subiu o tom durante a abertura oficial do XX Congresso da entidade que reúne os distribuidores de veículos no país, que acontece até sábado, dia 11, na capital paulista. Sérgio Reze garantiu que os revendedores estão preocupados com o que ele classificou de " subproduto ": o processo de cada montadora na busca por volumes e participação maiores. Para ele, as promoções sucessivas comprometem a lucratividade das concessionárias. " A forma como se busca participação compromete a saúde de marcas e empresas. São promoções indiscriminadas, que visam ultrapassar o concorrente a qualquer custo ", reclamou o executivo.

Reze criticou os feirões a cada semana e garantiu que essas ações trazem prejuízos para os distribuidores. Ele também fez questão de ressaltar que as margens de lucros dos revendedores, que sempre foram de 7% a 13%, variando a categoria do veículo, estão próximos do zero. " N ão conheço as margens de lucro da indústria, mas conheço as das revendas e posso garantir que elas estão caminhando para o zero ", alfinetou o presidente da Fenabrave. " Buscar participação de mercado é legítimo. Morrer por ela é insano ", completou.

Na apresentação, sobrou também para o Governo. Reze defendeu que os produtos tragam expostos a carga tributária detalhada que está embutida no preço da mercadoria. " Assim, o consumidor brasileiro vai saber realmente quanto paga pelo produto ", afirmou.

Fonte: http://motordream.uol.com.br/noticias/ver/2010/09/10/fenabrave-cutuca-montadoras

David Coulthard testa o supercarro elétrico Mercedes SLS

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fiat Bravo flagrado em Belo Horizonte




Há pelo menos dois anos se fala que o Fiat Stilo sairá de linha para ser substituído pelo Bravo, um hatch médio mais afeito à gama atual da marca no Brasil em termos estilísticos. Exemplares do carro, que é fabricado na Itália, são flagrados em nossas ruas com certa frequência. Recentemente o leitor Antônio Chan fotografou um deles, numa via de Belo Horizonte (MG).

O adiamento do fim do Stilo e sua substituição pelo Bravo (não confundir com o hatch Brava, que a Fiat vendeu por aqui nos anos 1990) é intrigante, porque o Stilo europeu parou de ser produzido em 2007 -- já são três anos de sobrevida exclusivamente no Brasil. Os dois carros usam a mesma plataforma (também do Lancia Delta), o que facilitaria a produção do novo modelo em Betim (MG) por um custo relativamente baixo a qualquer tempo. Mas é claro que a Fiat esteve muito ocupada nos últimos três anos com as 10.998.776 mexidas no Palio/Siena, com o flop anunciado do Linea e, claro, com o desenvolvimento do Novo Uno (este sim, um bom motivo).

As vendas do Stilo no Brasil seguem no chão, na casa de 630 unidades/mês este ano, praticamente entregando o segmento dos hatches médios de bandeja para a concorrência. Tudo bem que o Punto "canibalizou" parte das vendas do Stilo, e a própria Fenabrave (sindicato das revendas) define os dois como médios -- assim, o Punto lidera o segmento, mas para nós essa definição é um equívoco.

Não custa lembrar que o Stilo foi o personagem de um megarrecall, determinado pela Justiça, devido a uma série de graves acidentes nos quais uma roda se soltou do eixo. Ou seja: já é mais do que hora de ele sair de cena -- e que nos perdoem os (muitos) aficionados pelo modelo.

O que sabemos sobre o Bravo em solo verde-amarelo é que ele, de fato, estará exposto ao público no Salão do Automóvel de São Paulo, marcado para outubro. Não existe data marcada para começarem suas vendas (tem gente que aposta que será logo depois do salão), mas é praticamente certo que sob o capô estarão os motores E-torq de 1,6 ou 1,8 litro produzidos pela Fiat no Brasil -- em vez do Fire, T-Jet ou Multiair, todos de 1,4 litro, que equipam a gama a gasolina do Bravo na Europa (há opções a diesel).

O Bravo é um pouquinho maior do que o Volkswagen Golf (padrão de hatch médio), com 4,33 metros de comprimento e bons 2,6 metros de entre-eixos (igual ao Stilo). Como você pode ver nas fotos do carro "descamuflado", acima, ele se parece um bocado com o Punto, mas é mais encorpado. Talvez seja um sinal de que o Punto, que mantém a mesma cara desde o lançamento em 2007, vá sofrer alguma operação plástica em 2011. E também de que o Bravo virá com um bom pacote de equipamentos, para justificar um preço inicial acima de R$ 50 mil e não incomodar as vendas do primo menor.

Fonte: http://uolcarros.blog.uol.com.br/arch2010-09-01_2010-09-15.html#2010_09-09_19_44_49-124702877-28

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Toyota inicia obras em Sorocaba

A Toyota realizou nesta quarta-feira (8) um evento comemorativo relativo ao início da construção de sua terceira fábrica em território nacional. A unidade será construída em Sorocaba, cidade do interior de São Paulo distante 100 km da capital, e terá a missão de produzir 70.000 unidades por ano de um novo modelo compacto que, de acordo com o vice-presidente Comercial da Toyota Mercosul, Luiz Carlos Andrade Junior, “mira no segmento de Fiat Palio e Volkswagen Gol”.

Segundo Shozo Hasebe, presidente da Toyota Mercosul, o novo veículo a ser produzido em Sorocaba “será exatamente o mesmo modelo da Índia, mas terá alterações para o mercado nacional, como o motor bicombustível”. O compacto em questão é o Etios, cujo preço, versões e motorização para o mercado nacional ainda não foram definidos. Ainda de acordo com Hasebe, a Toyota estuda a possibilidade de exportar o veículo a ser produzido em Sorocaba para o Mercosul. A previsão é de que a fábrica inicie suas operações no segundo semestre de 2012.

Durante o evento, o vice-chefe executivo da marca, Atsui Niimi, informou que a empresa investirá forte no BRIC (sigla para definir o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) para conquistar espaço em mercados emergente. Para tanto, a Toyota está construindo duas novas fábricas, sendo uma na China e outra na Índia.

Instalações em SP

A nova indústria da Toyota recebeu um investimento de cerca de US$ 600 (R$ 1,03 bilhão) e possuirá 2 milhões de m², dos quais 1,2 milhão serão utilizado para a área efetiva de produção, enquanto os 800 mil m² restantes serão utilizados para a construção de um parque de biodiversidades.

A marca informa que, de acordo com as estimativas da prefeitura de Sorocaba, as instalações criarão cerca de 11.000 empregos diretos e indiretos. O governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman, declarou que junto à nova unidade surgirão melhorias na infra-estrutura da região, que precisará de vias mais largas e novos canais de acesso em função do aumento do fluxo de cargas e veículos.

O prefeito de Sorocaba, Vitor Lippi, também aponta que a nova fábrica é um estimulante para melhorar a qualidade das escolas e universidades da região, uma vez que a fábrica e seus fornecedores necessitarão de mão de obra qualificada e especializada.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5843

207 X-Line WEB


Comprar um automóvel 0 km pela internet não é uma prática comum no mercado brasileiro. A Peugeot, para preencher essa lacuna ainda pouco explorada, lançou o 207 X-Line com o sobrenome extra WEB, que chega com preços mais acessíveis em relação ao mesmo modelo à venda nas concessionárias da marca pelo país.

Disponível por R$ 27.990 na versão 2 portas e R$ 29.990 na opção 4 portas, o 207 X-Line WEB é impulsionado pelo motor 1.4 Flex 8V que desenvolve até 82 cv. A lista de itens opcionais para o carro inclui ar-condicionado (R$ 2.000) e direção hidráulica (R$ 1.700), ambos com preços promocionais de lançamento. A Peugeot também cobra mais R$ 900 se o cliente optar pela pintura metálica.

A nova versão do 207 ainda segue as mesmas especificações da série X-Line, que traz também de fábrica volante com regulagem de altura, desembaçador e limpador do vidro traseiro e preparação para som com dois alto-falantes.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5840

Novo Hyundai Sonata encontrado na rua


Tem coreano novo nas ruas. Flagramos a sexta geração do Hyundai Sonata rodando na zona sul de São Paulo com placa de teste de Anápolis (GO), onde fica a base da montadora no Brasil. Com lançamento programado para o Salão de São Paulo, o sedã de linhas arrojadas e com motor 2.4 16V de 198 cv conceitualmente atua abaixo do Azera, que na linha 2011 custa R$ 90.000. Sendo assim, pode-se esperar que a novidade chegue às concessionárias da marca sul-coreana com preço em torno de R$ 85.000.

Segundo dados da Hyundai, o novo Sonata mede 4,82 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,47 m de altura, além de 2,79 m de distância entre-eixos. Tais dimensões, assim como seu "irmão mais velho" Azera, o colocam na briga dos sedãs médio-grandes, representado no Brasil por modelos como Ford Fusion e Chevrolet Malibu. A exemplo de seus concorrentes, o modelo sul-coreano também virá equipado com câmbio automático, no caso uma transmissão de 6 marchas com comando seqüencial.

Como é de praxe em carros sul-coreanos - e levando em conta a faixa na qual atuará - o Sonata deve vir de fábrica equipado com itens de conforto como ar-condicionado e bancos de couro, além de airbags frontais, freios ABS (antitravamento das rodas) e rodas de liga leve aro 18”. Como opcional, o sedã poderá ser equipado com teto solar panorâmico e mais bolsas infláveis para segurança.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=5817